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Ferramentas jornalísticas do Google

O Google reuniu, numa única página, todas as ferramentas que considera úteis para quem trabalha com informação. Há coisas mais práticas, mas também meras listas de notícias (como o diretório que agrega informações sobre campanhas eleitorais). Vale conferir.

Trabalhar no Google

Trabalhar no Google é o sonho de muita gente, mas o excesso de gente qualificada na empresa faz com que, via de regra, cargos ganhem atribuições estúpidas. Esse é apenas um dos outros lado da moeda.

Todos os doodles do mundo

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O doodle (a imagem de abertura da página principal de busca do Google) é sempre uma diversão. O que dizer de uma página que reúne todos os doodles já produzidos? Divirta-se.

E o Google avança…

O Google avança rumo ao faturamento dos classificados locais. Mas há algumas saídas para retardar esse processo.

Como o Google combate a pirataria – e faz política

Sim, a empresa se diz preocupada em monitorar e evitar “atividade ilegal” na rede, conforme relatório de 25 páginas que divulgou ontem.

Para muitos analistas, trata-se de uma peça de posicionamento e aproximação com uma indústria tão ou mais poderosa: a de entretenimento.

Quando a internet arregou

Ainda na linha ‘lembranças de 11 de setembro’, um tema que abordei há três anos e que não pode ficar esquecido: a internet não aguentou o tráfego naquele dia trágico. O Google fez o que pôde: exibiu versões em cache dos principais sites de notícia, mas deu um recado claro aos usuários: vá para a TV…

Webmanario


“Se você procura informação, TV e radio têm noticiário mais atualizado. Muitos serviços noticiosos não estão disponiveis por causa da altíssima demanda. Abaixo, cópias em cache de versões de sites de notícias conforme atualizações realizadas anteriormente”.

O recado da página inicial do Google em 11 de setembro de 2001 era claro: a internet abrira o bico. A ponto de recomendar que você fosse atrás da mídia tradicional.

Haverá uma segunda vez?

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Cinco minutos sem o Google…

O que acontece com a internet se os serviços do gigante das buscas ficam indisponíveis por… cinco minutos?

Reportagem do jornal Público dá conta de que o tráfego total da internet caiu cerca de 40% exatamente por conta dessa circunstância, ocorrida na sexta-feira…

US$ 38 bilhões

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Se você já desconfiava, agora pode ter certeza: o Google é a maior empresa de mídia em faturamento com publicidade de acordo com levantamento realizado pela consultoria ZenithOptimidia.

Pelos números de 2011, a empresa pôs no cofre quase US$ 38 bilhões, ficando muito à frente dos congêneres Yahoo (15º na mesma lista), Microsoft (26º) e Facebook (28º).

Conclusão: conteúdo importa, mas busca importa muito mais.

As coisas que o Google não sabe

“O Google sabe tudo”.

Não, não sabe. A ponto de seu projetista-chefe de buscas, John Wiley, revelar que todos os dias pelo menos 500 milhões de coisas que o algoritmo não estava pronto para buscar são demandadas pelos usuários.

Salvem os impressos

Pronto: um editorial na Folha de S.Paulo e uma reportagem na Veja saúdam o acordo do Google com a imprensa francesa, que aceitou ser indexada pelo mecanismo de busca em troca de 60 milhões de euros num tal  “fundo de auxílio a jornais e revistas da França”, o país mais paternalista com relação à sua produção em papel.

Trata-se de uma esmola e de um vexame. Nunca é demais lembrar que o antecessor de François Hollande, Nicolas Sarkozy, torrou dez vezes mais num pacote de resgate que incluiu, entre outras coisas, uma assinatura anual para jovens a partir dos 18 anos – tudo bancado com dinheiro público.

O aplauso ao privilégio e o paternalismo, vá lá, ainda dá para entender. A frase “o Google depende, enfim, da imprensa para existir e vender publicidade”, cometida por Mario Sabino no texto de Veja, porém, é de um ridículo voraz. Totalmente fora de órbita.

Vamos conhecer o problema antes de abordá-lo?