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US$ 38 bilhões

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Se você já desconfiava, agora pode ter certeza: o Google é a maior empresa de mídia em faturamento com publicidade de acordo com levantamento realizado pela consultoria ZenithOptimidia.

Pelos números de 2011, a empresa pôs no cofre quase US$ 38 bilhões, ficando muito à frente dos congêneres Yahoo (15º na mesma lista), Microsoft (26º) e Facebook (28º).

Conclusão: conteúdo importa, mas busca importa muito mais.

As coisas que o Google não sabe

“O Google sabe tudo”.

Não, não sabe. A ponto de seu projetista-chefe de buscas, John Wiley, revelar que todos os dias pelo menos 500 milhões de coisas que o algoritmo não estava pronto para buscar são demandadas pelos usuários.

Salvem os impressos

Pronto: um editorial na Folha de S.Paulo e uma reportagem na Veja saúdam o acordo do Google com a imprensa francesa, que aceitou ser indexada pelo mecanismo de busca em troca de 60 milhões de euros num tal  “fundo de auxílio a jornais e revistas da França”, o país mais paternalista com relação à sua produção em papel.

Trata-se de uma esmola e de um vexame. Nunca é demais lembrar que o antecessor de François Hollande, Nicolas Sarkozy, torrou dez vezes mais num pacote de resgate que incluiu, entre outras coisas, uma assinatura anual para jovens a partir dos 18 anos – tudo bancado com dinheiro público.

O aplauso ao privilégio e o paternalismo, vá lá, ainda dá para entender. A frase “o Google depende, enfim, da imprensa para existir e vender publicidade”, cometida por Mario Sabino no texto de Veja, porém, é de um ridículo voraz. Totalmente fora de órbita.

Vamos conhecer o problema antes de abordá-lo?

Google ganha concurso de publicidade impressa

ad_googleO jornal norte-americano USA Today (aquele responsável pela introdução da linguagem da TV e textos cada vez menores no jornalismo impresso) bancou um concurso com  US$ 1 milhão de prêmio para estimular a criatividade das agências de publicidade que produzem anúncios para o veículo.

O resultado? Quem ganhou foi o Google, provavelmente um dos principais responsáveis pela necessidade de se estimular a criatividade em produtos impressos, com a peça que você aqui, produzida por seu laboratório de criatividade.

Alguma dúvida de que fomos atropelados inexoravelmente?

Até os robôs podem ser parciais

Os algoritmos do Google fazem milhares de decisões diárias para ordenar os resultados de uma busca específica ou sua página inicial do Google News, por exemplo. Mas a ausência de humanos no processo não significa que estamos livres da parcialidade.

É o que nos conta Nick Diakopoulos num texto bastante interessante, ilustrado com exemplos de como, quando menos esperamos, esse trabalho dos robôs também é influenciado por hábitos pra lá de humanos.

As diferenças entre Apple e Google

Quais as diferenças mais marcantes entre Apple e Google, dois gigantes do “novo mundo” aliás o tempo todo na mira das autoridades antitruste?

O sempre sereno Luli Radfahrer descreve os antagonismos destes protagonistas da revolução digital com rara precisão.

E conclui: estamos diante de um confronto de paradigmas que, por mais que alguns ainda tentem (de maneira blasé) minimizar, tem tudo a ver com a nossa espécie.

Os males da monocultura

Você confia sua vida on-line ao Google e, no primeiro problema, sai xingando muito no Twitter.

Uma queda parcial dos serviços da empresa de Sergei Brin e Larry Page, nesta semana, nos fez lembrar mais uma vez os males que a monocultura traz. A verdade é que muita gente parece simplesmente não ter plano b na web.

Isso é ruim em primeiro lugar pela própria democratização da rede – há serviços idênticos em toda parte, basta procurá-los.

Em segundo, e fica o alerta: suas coisas on-line podem não ser tão seguras assim. Não é o caso do Google, mas ninguém está livre de perder arquivos cruciais por causa do fechamento de serviços. Isso às vezes acontece de forma totalmente inesperada.

Pense nisso antes de espernear.

A propósito, desta feita a queda parcial dos serviços do Google, tudo leva a crer, esteve concentrada nos servidores de provimento, não dos da empresa.

Os cinco maiores fracassos do Google

Nunca é demais lembrar

Técnicas de busca no Google

Essa ‘disciplina’ meu mestre Ramón Salaverría já dava há milênios, mas nunca é demais saber se há novos macetes para turbinar o fantástico buscador.

Publicidade nos jornais americanos despenca em 2011

Números divulgados pela Newspaper Association of America mostram que a publicidade nos jornais impressos dos Estados Unidos recuou 7,3% em 2011.

Por outro lado, os anúncios em produtos jornalísticos digitais (muito mais baratos, diga-se) foram quase 7% maiores no ano passado.

Toda a indústria do jornalismo faturou US$ 34 bilhões no ano passado – sozinho, o Google arrecadou US$ 37,9 bilhões.