Design também é comunicação

coca

Quando um ícone como a garrafa de Coca-Cola completa 100 anos, é evidente que a festa será grande. É um dos poucos exemplos de comunicação a partir do próprio design – o que é uma arte.

Nos festejos, 15 comerciais para marcar a data. Veja!

O governo como plataforma

Um governo como plataforma – única e centrada nas necessidades do usuário.

É essa a proposta do Reino Unido, cujo projeto Gov.uk está evoluindo a passos largos e olhos vistos baseado num grande banco de dados unificado e design minimalista que basicamente funciona por meio de busca.

É um exemplo simples e prático do que significa serviço digital.

Pós-atos

Vendo “Entreatos”, documentário dirigido por João Moreira Salles sobre a campanha de 2002 (mas lançado apenas em 2004), é impossível não imaginar como as coisas foram um dia – e tudo o que aconteceria depois.

YouTube, 10

Passou batido: nesta semana o YouTube fez 10 anos e é impossível pensar em vídeo on-demand sem lembrar dessa plataforma tão simples quanto revolucionária. Mais ainda de seu primeiro vídeo, publicado em 23 de abril de 2005 em meros 19s e a singeleza de uma paisagem num zoológico postada por Jawed Karim, um dos fundadores da rede social.

Mais do que uma mera plataforma, o YouTube transformaria de uma só tacada a TV e o jornalismo, proporcionando às pessoas a liberdade da programação on demand e, mais importante, a capacidade de produzir e divulgar conteudo em largo alcance. É uma contribuição inestimável para a comunicação.

Papel eterno

Para alguns, o papel jamais acabará. É o que mostra a série “Reis da Barganha“, exibida no Brasil pelo History Channel, que tem como protagonistas negociantes do Maine que precisam da “Bíblia” – ou melhor, do guia impresso semanal de anúncios Uncle Henry’s – para descolar bons negócios.

Apesar da tradição de passar de mão em mão, o guia está na web faz tempo (e tem até página no Facebook). Mas está longe de se diagladiar imaginando se o seu futuro será ou não em papel. Por enquanto, é também em papel – e por meio de um sofisticado sistema de assinaturas.

Havana Connection

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Vi e gostei: Havana Connection – referência e contraponto óbvios à conexão Manhattan que há anos está aí na TV fechada -, novo empreendimento de Leonardo Sakamoto na web.

O triste é ser TV, ignorando a liberdade da web – um dia saberemos fazer vídeo na web?

A mesa de bar não salva, mas o ritmo é ótimo.

Bem-vindo!

Realidade aumentada

É muito legal, mas… funciona pra comunicar?

A realidade aumentada ainda é uma incógnita. Certamente traz o lúdico, mas e seus resultados? Tire suas conclusões com essa lista de 11 exemplos do uso dessa tecnologia na comunicação.

A publicidade móvel avança

Previsões para 2015 colocam a publicidade em dispositivos móveis na crista da onda, com um crescimento de até 65% – ok, a base é menor, então o incremento via de regra é espantoso mesmo.

De toda forma, 2014 já foi um ano auspicioso para o meio. Uma ameaça ao jornal?

Lições do NYT no Twitter

Ainda hoje, passados nove anos, o uso do Twitter em empreendimentos jornalísticos ainda gera dúvidas. Paradidgma em tudo o que faz, o New York Times compartilhou algumas certezas (e incertezas) sobre essa rede social tão jornalística quanto tempo real – a minha favorita, com o Pinterest bem de perto.

Primeiro mito: o NYT não interage com críticas. Elas ficam lá, sem resposta, numa atitude tão… antissocial!

Segundo mito: muitas vezes o título original publicado no site funciona melhor do que uma versão adaptada para o ambiente de 140 caracteres.

A reflexão toda foi publicada pelo NiemanLab.

O fim das entrevistas na portaria

joaquim_levy

Abro o jornal e me deparo com a seguinte notícia:

“O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, instruiu os seguranças do ministério a não permitir que repórteres, fotógrafos e cinegrafistas fiquem na portaria do prédio durante a sua chegada.”

Notícia?

Por que diabos isso deve ser comunicado ao público? Talvez para que ele saiba as condições precárias em que a notícia muitas vezes é obtida?

Entendo ainda que a determinação do ministro possa ser vista como um cerceamento ao exercício da profissão. Mas não é o caso, obviamente.

As relações entre fonte e jornalista precisam de algumas mínimas regulamentações de convivência. É salutar.