Voltei

Como dizem os franceses, “chose promise, chose faite”: a um dia de completar 44+1 anos, volto ao Webmanario. Obrigado por aguardar!

Só para dar notícias…

Seguimos por aqui no alagadiço do meio da América! Firmes e fortes! Esse Webmanario não acabou, apenas está se reciclando. Até mais!

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Gente, no microblog vai ser muito mais fácil me achar nestes próximos meses!

Volto já

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Não, essa página não vai acabar. Apenas entrei numa estrada que termina lá no final de outubro, então vai ser um pouco mais difícil eu passar por aqui. Mas passarei.

Perdidos

O documento sobre inovação e novas plataformas vazado do New York Times é o complemento perfeito para a conversa sobre a unificação de redações (de novo) promovida pelo Clarín.

Basicamente, o jornalão americano admite que muito do seu discurso externo sobre os novos tempos não passa de cascata para congressos acadêmicos. Seus jornalistas têm os mesmos problemas dos outros para se adaptar. E, pior, quem tem habilidades multitarefa não é valorizado (os principais postos sempre foram ocupados por gente analógica).

Os jornalistas não querem mudar – muitos, inclusive, garantem que não é preciso. É por isso que reunificações eternas e documentos como os do NYT continuarão a ser produzidos.

Outra vez, de novo, tudo novamente

Pela segunda vez desde 2008 o diário argentino Clarín reúne seus jornalistas para anunciar a integração das equipes papel e on-line da redação. “Como assim?”. É isso mesmo.

Com o mesmíssimo Ricardo Kirschbaum à frente, a medida “revolucionária” já havia sido tomada há seis anos, fato que na época alçou o jornal à condição de case do livro Periodismo Integrado, de meu mestre Ramón Salaverría.

Pelo jeito, não adiantou.

O receituário é sempre o mesmo: notícias 24 horas por dia, trabalhar para todas as plataformas, os hábitos do leitor mudaram, precisamos dar uma resposta etc, etc, etc.

Fosse fácil, não seria preciso fazer tudo novamente. Onde está erro? Volto ao assunto em breve.

Os jornais mais estranhos do mundo

jornal

Minha amiga Esther Vargas sempre traz coisas boas em seu Clases de Periodismo, como essa relação sobre alguns dos jornais mais esquisitos do mundo, do indiano The Musalman (acima), escrito à mão, ao liberiano Daily Talk, que não é publicado em papel. Divirta-se.

No

Acabo de ganhar uma ridícula disputa por direitos autorais de um vídeo compartilhado no YouTube.

As imagens acima, que pertencem ao povo chileno e dizem respeito ao plebiscito que enxotou Pinochet, quase foram furtadas pela produtora que agencia globalmente o filme “No”.

Ele ainda está vivo

Sua morte foi anunciada diversas vezes, mas o e-mail (ao menos como ferramenta de comunicação e drive de audiência) continua firme. Ainda mais quando solicitado: amealhar admiradores e oferecer conteúdo a eles, via correio eletrônico, ainda é insuperável mesmo na era da mídia pessoal.

Recentemente, mestre Jakob Nielsen e sua equipe abordaram boas e más práticas do uso do e-mail como instrumento comunicativo.

Refratários?

lemonde

Editores do jornal francês Le Monde entregaram os cargos conjuntamente e, acredita-se, o movimento diz respeito à reformulação do periódico, que tenta encontrar um lugar no novo mundo da informação.

Uma reação parecida à da Redação do Libération, também às voltas com a crise do impresso.

Seríamos os jornalistas resistentes a mudanças?