Em ano de eleição, as pessoas acreditam no noticiário?
O resultado pode não ser dos melhores para a mídia impressa, mas ao menos a rede social (onde se pratica disparado o pior jornalismo) está no final da fila.
Em ano de eleição, as pessoas acreditam no noticiário?
O resultado pode não ser dos melhores para a mídia impressa, mas ao menos a rede social (onde se pratica disparado o pior jornalismo) está no final da fila.
Não é só o Facebook: o Linkedin, primeiro site de rede social a abrir seu capital na bolsa de valores, também oferece videogames e jogos de mesa a seus funcionários.
Nunca é demais dizer que o Google, precursor desse ambiente lúdico, tem reduzido paulatinamente esse tipo de espaço em suas instalações globais.
(A dica é do Clases de Periodismo).
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Com a tag escritório, facebook, google, instalações, Linkedin, mídia social, rede social
O Scup avaliou uma base de 36 milhões de tweets em 2011 para concluir que o horário nobre do Twitter no Brasil é entre 14h e 15h, de segunda a sexta. Veja mais dados abaixo.
O furor do Pinterest continua: a rede social de compartilhamento de imagens e links já está influenciando no design de publicações em linha.
Publicado em Blogando, Sobrevivência na Rede
Com a tag design, mídia social, on-line, Pinterest, rede social
Pifei no último dia de cobertura dos desfiles de escolas de samba.
Prometo retornar. Em cinzas, mas retornarei.
Publicado em Mural
Muito boa a analogia de Evgeny Morozov no caderno Link, de O Estado de S.Paulo, de hoje: a forma como a internet está estruturada neste momento (a entronização da mídia social) matou o flâneur on-line, ou seja, aquele que surfava (lembra do termo?) pela rede em busca de lugares fantásticos.
É como ocorreu com Paris, cujas mudanças urbanísticas no século 19 mataram o flâneur que caminhava pela cidade, formada por estreitas ruas medievais que deram lugar a largas avenidas e grandes praças.
Morozov, diga-se, é odiado pelos libertários da web pelo livro A desilusão da rede: o lado obscuro da liberdade on-line, que tem como único pecado o pessimismo em excesso.
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Com a tag Evgeny Morozov, flâneur, mídia social, redes sociais
A Forbes é uma das publicações jornalísticas que está usando um software para produzir textos.
Tendência?
Publicado em Blogando
O fenômeno Jeremy Lin (americano de origem chinesa que arrebatou a NBA, liga profissional de basquete dos Estados Unidos) é um bom momento para refletir sobre o nosso trabalho.
A cobertura da “Linsanity” está forrada de estereótipos – a ascendência, aliada a uma graduação em Harvard, tornam Lin um personagem especial. Há ainda o fervor religioso (o jogador é cristão praticante).
Tom Huang analisou o caso para o Poynter.
Publicado em Vida de jornalista
Com a tag cobertura, estereótipo, Jeremy Lin, Linsanity, NBA, Poynter, reflexão, Tom Huang
A polícia de Baltimore ameaçou prender um jornalista cidadão que registrava uma ação de seus oficiais – ironicamente, dias depois de a própria instituição ter divulgado nota em que dizia preservar o trabalho de quem registra fatos por conta própria.
A National Press Photographers Association (NPPA) protestou formalmente contra a ameaça.
Publicado em Jornalismo Colaborativo
Com a tag jornalismo cidadão, jornalismo participativo, polícia, prisão
Inspirado naqueles antigos quadros de cortiça onde pregávamos fotos (quem é mais novo se lembra disso, meu deus?), o Pinterest é mais uma rede social surgindo no cenário – seu número de usuários já cresceu 145% em 2012.
Aparentemente, é um ambiente mais feminino, embora não hajam números que sustentem essa percepção.
A propósito, o jornalismo já está lá (casos do New York Times e do The Guardian, para ficar apenas em dois exemplos).
E o babado forte é que um tal Mark Zuckerberg criou um perfil por lá – ainda que não se ateste que se trata do verdadeiro Mark.
Outros dados, via Mashable, estão no infográfico abaixo.
Publicado em Sobrevivência na Rede
Com a tag dados, infografia, infográfico, mídia social, números, Pinterest, rede social