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Notícias do LinkedIn

Como praticamente todas as ferramentas de relacionamento social, o LinkedIn é uma caixa-preta – pouco se sabe sobre o serviço além dos autodeclarados 300 milhões de usuários no mundo.

Agora o Social Bakers fez um levantamento interessante das marcas que promovem mais interação, além dos países onde há mais oferta de vagas (nesse aspecto a Ásia leva de lavada, com cinco países nos dez primeiros postos).

A recomendação final é a mais interessante: vale a pena produzir conteúdo específico para esse rede que, por tratar de trabalho, já foi considerada “a mais chata do mundo”.

Conheça as instalações do Linkedin

Não é só o Facebook: o Linkedin, primeiro site de rede social a abrir seu capital na bolsa de valores, também oferece videogames e jogos de mesa a seus funcionários.

Nunca é demais dizer que o Google, precursor desse ambiente lúdico, tem reduzido paulatinamente esse tipo de espaço em suas instalações globais.

(A dica é do Clases de Periodismo).

O LinkedIn de R$ 13 bi e seu desafio: atrair o usuário nos momentos de ócio

Sabia-se havia meses que a abertura de capital do LinkedIn seria um estrondo.O lançamento das ações da rede social das relações de trabalho só colocou um preço no negócio de Reid Hoffman: R$ 13 bilhões.

Faz sentido o debate sobre uma provável nova bolha das pontocom, mas não pelo que aconteceu na quinta-feira.

Não é o LinkedIn o símbolo da supervalorização de ideias cujo maior capital é o potencial futuro. Ele é um dos personagens desse jogo.

Ainda temos de descobrir como ganhar dinheiro de verdade com a multidão que usa esse tipo de serviço _100 milhões, no caso do site de Hoffman (o líder Facebook tem 670 milhões de consumidores).

De interface pouco amigável e funcionalidade prática discutível, o LinkedIn de R$ 13 bilhões (que tinha a perspectiva de captar modestos R$ 285 milhões) assusta mais por outro motivo: como torná-lo atraente a ponto de a gente acessá-lo quando não está pensando em trabalho?

Baseado na experiência forrada de lazer e futilidade da rede social número um (sim, falo dele, o Facebook),  Hoffman terá de tirar vários coelhos da cartola.

Qual o problema do LinkedIn?

A “rede para relacionamentos profissionais” assusta qualquer incauto acostumado às funcionalidades do Facebook (e mesmo do Orkut, por que não).

Mesmo assim, já coleciona 3 milhões de usuários no Brasil _no mundo, a conta chega a 100 milhões, de acordo com dados revelados recentemente pela companhia.

Tão difícil de usar e preencher o interminável cadastro do LinkedIn é entender a aura de bom negócio que o cerca. Fundada em 2002 por Reid Hoffman, a empresa vai abrir seu capital em 2011 com a perspectiva de captar R$ 285 milhões.

O site, que fechou no vermelho em R$ 6,5 milhões em 2009, previu na papelada entregue à bolsa americana (pré-requisito para o lançamento das ações) que não espera lucro neste ano.

Hoffman, um dos empresários que financiaram Mark Zuckerberg no início do Facebook (é seu sócio minoritário até hoje), tem acrescentado novidades no LinkedIn.

Como uma área universitária, coincidentemente o pontapé inicial de Zuckerberg, e um feed personalizado de notícias recomendadas por contatos.

Agora, corre atrás de agências governamentais e ONGs para ampliar a carteira de anunciantes.

A interface nada amigável, porém, persiste.

Afinal, qual é o problema do LinkedIn?

Privacidade na web: que tal a gente no comando?

“Eu quero ter a possibilidade de controlar, publicar e estabelecer o sistema de acesso e as regras para o uso da minha odentidade on-line, permitindo a Facebook, Twitter, Linkedin, a qualquer um, acessá-la de acordo com as minhas regras”.

Assim falou Jeff Jarvis, numa atualizada análise sobre o estado da privacidade na internet, hoje o maior gargalo da rede.