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O potencial do mercado digital

Estudos divulgados na semana passada mostram o crescimento e a fragmentação do mercado digital no ambiente móvel (seja em smartphones ou tablets).

O potencial de crescimento em alguns casos é notável _como o fato de 80% dos leitores ainda lerem revistas em seu suporte original, ou seja, o papel.

Para irmos repensando nossas estratégias…

Aplicativos jornalísticos para tablets

Alguns desta lista podem ser úteis. Outros, óbvios ou irrelevantes em português. Mas vale dar uma olhada.

Ciclos de Jornalismo debate a mobilidade

Nesta quarta, das 8h30 às 12h, o povo da Universidade Federal da Bahia realiza mais uma etapa do Ciclos de Jornalismo e debate o tema “Jornalismo em
dispositivos móveis: celulares e tablets trazem nova vida ao jornalismo?”

Nós, que sabemos que sim, vamos acompanhar de perto a discussão, porque ela interessa imensamente aos mergulhados na pesquisa sobre plataformas.

A questão é que a quarta tela (o tablet _e lembrem que não incluo o cinema, porque nessa classificação falo apenas de jornalismo) impõe um desafio grande: nós, que mal sabemos como tratar nosso trabalho na web, passamos de raspão pelos aplicativos, e eis que surge outra fronteira.

O debate certamente terá transmissão ao vivo no Twitter.

Uma conversa sobre mídias digitais integradas

As apresentações de Michel Lent, por motivos óbvios, têm viés (e interesse) publicitário, mas não deixam de ser pertinentes para quem, como a gente, tem um cliente diferente _o consumidor de produtos noticiosos.

Nesta palestra, Lent fala sobre mídias digitais integradas, com foco na produção para a terceira tela, o celular (falando nisso, seriam os tablets a quarta tela?).

Um bom panorama do mercado brasileiro e a certeza de que o jornalismo precisa se dedicar com mais urgência a produzir para dispositivos móveis. Não estamos falando de futuro, mas de presente.

Pronto: já estão achando que o tablet vai substituir o jornal

Demorou, mas começou a onda de análises que colocam os tablets (com o iPad na linha de frente) como os substitutos dos jornais.

A previsão é que 70 milhões de unidades do produto (das quais 50 milhões de aparelhos da Apple) sejam vendidos apenas nos Estados Unidos em 2011.

Em “The Newsonomics of tablets replacing newspapers”, Ken Doctor analisa ponto a ponto, e pela ótica econômica, a possibilidade real do tablet se transformar num produto a ser levado muito a sério pelo jornalismo.

Eu acredito nisso. Mas, de novo: não tentemos achar um substituto para o papel. O papel é insubstituível. Se ele continuará abrigando notícias, é outra história.