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O governo como plataforma

Um governo como plataforma – única e centrada nas necessidades do usuário.

É essa a proposta do Reino Unido, cujo projeto Gov.uk está evoluindo a passos largos e olhos vistos baseado num grande banco de dados unificado e design minimalista que basicamente funciona por meio de busca.

É um exemplo simples e prático do que significa serviço digital.

Nova lei no Reino Unido permitirá a ‘adoção’ de conteúdo on-line

A partir de agora, qualquer pessoa no Reino Unido pode se apropriar de conteúdo disponibilizado na internet que não esteja devidamente identificado de acordo com lei aprovada na semana passada.

A maior polêmica diz respeito aos “trabalhos órfãos”, conteúdo sem identificação do autor, que poderá ser “adotado” por qualquer um. Vem polêmica por aí…

 

 

Publicidade de rua é mais eficiente para jornais e revistas, diz estudo

Interessante: no Reino Unido, segundo estudo recém divulgado, o canal de divulgação publicitário mais eficiente para o negócio de jornais e revistas é a propaganda exterior (cartazes, outdoors, panfletos etc).

Para cada libra investida, esse meio retorna 1,29. Todas as outras mídias _pela ordem TV (0,77), impressos e rádio (0,50) e internet (0,39) dão prejuízo.

A indústria de bens de consumo, por outro lado, obtém resultados melhores ao anunciar na mídia impressa (1,47 de retorno por libra investida).

Anunciar em papel também é, e de longe, um ótimo negócio para as empresas de telecomunicações com operações no país: nada menos do que 11,31 de volta por libra empenhada.

O mesmo levantamento mostra que quem trabalha com turismo e comércio varejista se dá melhor ao gastar a verba publicitária no rádio.

Algumas observações sobre esses dados: a Brand Science, responsável pela pesquisa, é uma empresa de marketing que tem entre suas especialidades justamente ações exteriores. Mais: a íntegra do trabalho não foi divulgada, e há dúvidas sobre sua abrangência e metodologia. Ainda: jamais compare Brasil e Reino Unido.

De toda forma, parece lógico que o contato visual direto com o cliente em pontos de venda (ou próximo deles) tende a favorecer o jornalismo impresso. Acho, inclusive, que sempre foi assim.