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Fim da era dos jornais, começo da era da corrupção

Dica de leitura de hoje de @agranado: fim da era dos jornais, começo da era da corrupção.

O autor, Paul Starr, faz aquela relação entre jornais fortes e governos democráticos e fiscalizados.

É o argumento principal daqueles que entendem que os jornais impressos precisam ser salvos a qualquer custo.

Tolos: eles se esquecem de que não existe mais esse monópolio. Governos e governados falam entre si diretamente, sem intermediários.

Comentário sobre os comentários

“As pessoas precisam ser detidas”, me disseram certo dia. E eu, conversando informalmente com um amigo que toca blog corporativo, aparentei estupor pelo fato de no site dele os comentários serem publicados sem moderação. Como assim, sem moderação?

As pessoas precisam ser detidas, sim. E o comentário é livre até onde vai a compreensão de liberdade do dono espaço.

Ótimo debate capitaneado por António Granado _lembrando que, como sempre, é na caixa comentários que a discussão ocorre de verdade.

Exemplo de interação

O António Granado deu a dica, e realmente vale a pena conferir essa reportagem em flash do “Jornal de Notícias” sobre prostituição masculina em Porto, Portugal.

Com todos os elementos multimídia conhecidos (entrevistas em áudio + texto + vídeos), a matéria mostra bem a potencialidade que o meio on-line dá a um trabalho originalmente nascido numa inanimada edição impressa.

Jornalistas de papel em vias de extinção

Dica de hoje do mestre António Granado, do ótimo blog de comunicação Ponto Media: o número de jornalistas que trabalham em “redações de papel” nos Estados Unidos caiu 5% no ano passado e bateu em 52.600, a menor quantidade em 25 anos.

A redução dos postos de emprego foi, ainda, a mais expressiva desde 1978.

A pesquisa da American Society of Newspaper Editors detectou também que a ação afirmativa segue em alta no país de George Bush: a quantidade de profissionais negros nas redações não mudou entre 2006 e 2007  _segue na casa de 14%.

O problema é que isso não corresponde ao que se vê na sociedade americana.