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Joe Sacco e os segredos do jornalismo em quadrinhos

Um dos maiores expoentes do jornalismo em quadrinhos, o maltês Joe Sacco esteve em São Paulo e falou um pouco sobre seu processo de criação.

Como, por exemplo, fotografar as locações que, depois, se transformarão em HQ.

Conan, o repórter investigativo

Imagine se Conan, o Bárbaro, fosse repórter investigativo. E encontrasse personagens avessos a respostas claras e assessores de imprensa especialistas em impor obstáculos (sem contar os chefes).

O povo do Wagner & Beethoven imaginou.

E a @kikacastro foi quem viu no Novo em Folha.

Todo mundo produz conteúdo, uma crítica ácida

By André Dahmer, criador do Malvados, repassada por Leopoldo Godoy, que sempre colabora com o Webmanario.

O mangá a serviço do jornalismo

Ótima descoberta do Portal Imprensa: o japonês Yomiuri Shimbun, jornal que tira cerca de 10 milhões de exemplares por dia, tem recorrido aos quadrinhos (ou, como eles dizem lá, mangá) para relatar alguns fatos a seus leitores.

Como o exemplo acima, a revolta de gangues que têm provocado distúrbios na Jamaica.

Usada com critério, a HQ pode perfeitamente ser um exemplo criativo de novo formato jornalístico. O cuidado aqui é evitar que se fantasie a coisa _aí, deixa de ser jornalismo.

HQ, fotonovela, não importa: é jornalismo, e de vanguarda

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Já faz algum tempo que tenho ressaltado a importância de projetos multimídia (especificamente aqueles que abraçam novas narrativas jornalísticas na web) para que nossa profissão desfrute a era digital e dê algum tipo de resposta aos que questionam o seu futuro.

E vejam que maneira interessante o Jornal do Commercio, de Recife, escolheu para contar uma história sobre o uso da bicicleta como alternativa ao carro e ao trânsito das grandes cidades.

Linguagem de HQ que agrega fotonovela, vídeos, fotos, edição jornalística e até making of (talvez o trecho menos bem-sucedido). Os créditos são de  Julliana de Melo e Sidclei Sobral.

Lembrei da tão criticada HQ do G1 sobre a morte de Michael Jackson, que eu achei boa pra dedéu. Critique-se a espetacularização ou o traço sem acabamento (os dois poréns que mais ouvi sobre esse trabalho), mas não se pode deixar de valorizar a iniciativa. Estamos, o jornalismo, precisando dessas coisas, gente.

O jornalismo deve se apropriar de linguagens velhas e novas, até das antes consideradas não jornalísticas, para narrar fatos de forma mais atual e apropriada às plataformas hoje existentes.

Quem descobriu a contribuição do Jornal do Commercio, e também elogiou, foi o Fernando Firmino, uma das maiores autoridades em jornalismo móvel (e seus dispositivos) no Brasil.

HQ, telenovela e fotojornalismo: um exemplo de nova narrativa

narrativas

Lançado originalmente em 2003, The Photographer é mais um belo exemplo de nova narrativa jornalística.

A obra mistura fotografia, história em quadrinhos e fotonovela para contar a aventura de Didier Lefèvre, fotógrafo que acompanhou uma missão da ONG Médicos Sem Fronteiras ao Afeganistão.

Outra bela ideia de sobre como contar uma história nos tempos de hoje.

Um uso para o microblog

Tudo, menos "o que eu estou fazendo agora"

Tudo, menos "o que eu estou fazendo agora"