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Os caçadores de histórias

Conheça o Storyhunter, um projeto que tenta aproximar freelancers de potenciais compradores de histórias.

O ruim de tudo isso é aquela noção de que jornalismo se faz alhures. Mentira. Jornalismo se faz na esquina da sua casa. Viajar é um detalhe. Se você é incapaz de fazer jornalismo no seu bairro, desista.

Projetos assim tendem a ser associados a mochileiros garimpando histórias em grotões do Afeganistão. Que não seja.

Pague-me, por favor

payme

Essa ideia é muito boa: um site que reúne jornalistas que levaram calote dos empregadores (lá como cá, boas práticas trabalhistas não são um hábito no maravilhoso mundo do jornalismo).

O Pay Me Please nasceu de uma iniciativa de uma freelancer cansada de esperar pelo pagamento. Por meio do site, a dívida é exposta publicamente – e pelo menos um mau pagador deu as caras para acertar as contas.

Olhando a lista, não encontrei nenhum brasileiro. Mas é questão de tempo.

Seis mitos sobre os freelancers

Cada vez mais o jornalismo recorre a eles. E, acredite, pode ser interessante evitar o casamento com empresas jornalísticas…

Oferta de emprego

“Conteudoeditorial.com precisa de jornalistas, publicitários, pedagogos, formados ou não, ou ainda pessoas que gostem de pesquisar e escrever, para produção de conteúdo como freela para sites de diversos assuntos.

Regime: Freela

Valor: Entre R$ 20,00 e R$ 30,00 por texto.

Assuntos: Saúde; alimentos; dietas; futebol; gravidez; bebês; viagens; celebridades; humor; casamento; cirurgia plástica e resumo das novelas.

Para maiores detalhes e para se candidatar envie e-mail para: jornalistas@conteudoeditorial.com

É o fundo do poço, senhores.

Frilas criam shopping center da notícia

Demitidos pelo Los Angeles Times (que promoveu um banho de sangue com mais de 500 cortes até anunciar, com orgulho, que sua operação on-line se banca) criaram um shopping center da notícia cujo principal diferencial é a experiência.

Explico: a ideia do The Journalism Shop não é nada revolucionária. Trata-se de uma cooperativa de freelancers (não apenas jornalistas, mas designers e relações públicas), reunidos num site, onde oferecem seus serviços.

A lista é extensa: apuração, reportagem, livros, edição, design, marketing, etc.

A diferença aqui é quem oferece o serviço. “Somos jornalistas experientes demitidos pelo Times. Temos veteranos em jornalismo político, matérias investigativas e cobertura de moda. As perdas do Los Angeles Times podem ser seu ganho”.

Num tempo em que a média de idade das redações (de todas elas, em todo o mundo) despencou vertiginosamente, será que a experiência voltará a ser um bem valorizado?