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Inspirador do Pasquim será digitalizado

binomio
O jornal que inspirou o Pasquim vai ter a memória preservada. A Biblioteca Central da UFMG já está digitalizando a doação da coleção completa da publicação, que nos 50 e 60 ironizou os costumes e a política mineira e nacional.

Um personagem se destaca nessa história: Terezinha, a irmã de um dos fundadores, que foi espirituosa o suficiente para resgatar da redação, no dia do golpe de 1964, a coleção de exemplares – que provavelmente seriam destruídos pelos militares.

O acervo deverá ser disponibilizado on-line em breve.

O Globo está todo na rede

Não posso deixar de mencionar que todo o arquivo do jornal O Globo, um dos mais importantes do país, agora está à disposição de todos nós graças à digitalização do acervo.

Viva!

A nossa New Yorker

Ótima notícia: a Imprensa Oficial do Estado de São Paulo lança agora em junho uma edição especial que resgata a elegante revista Senhor, editada de 1959 e 1964 e que teve entre seus editores nada menos do que Paulo Francis.

É o caminho. O arquivo público paulista já vem fazendo a sua parte há anos digitalizando publicações ainda mais antigas.

Jornais do movimento negro chegam à rede

Mais uma ótima iniciativa do Arquivo Público do Estado: o órgão digitalizou (e colocou na rede) 23 títulos de jornais e revistas publicados pelo movimento negro que circularam nas primeiras décadas do século passado.

Essa iniciativa se soma à coleção de jornais raros que o órgão já havia posto à disposição, assim como toda a coleção do lendário Última Hora.

Folha de S.Paulo disponibiliza arquivo desde 1921

São 1,8 milhão de páginas: o acervo digitalizado da Folha de S.Paulo.

Muito a ver.

Um passeio pelo acervo do JB


Já foram digitalizadas pelo Google (e há algum tempo) quase todas as edições do saudoso Jornal do Brasil.

Entre elas uma das mais célebres, a de 14 de dezembro de 1968, que anunciava o AI-5, decreto que endureceu a ditadura militar e, consequentemente, diminuiu as liberdades civis (fora o “recesso” forçado do Congresso).

A previsão do tempo (que você vê acima) é talvez a peça mais clássica da capa da edição, que tem ainda uma série de fotos non-sense com legendas sensacionais (como a de Garrincha na semifinal da Copa de 1962 sob o título “A hora dramática”.

A não perder.

(a dica é de outra viúva do Jota, o repórter Bernardo Mello Franco).