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Tim O’Reilly, Web 2.0 e o Twitter

Lembram que Tim O’Reilly (repito o mantra? Ok, o homem que cunhou o termo Web 2.0) foi questionado por que, durante uma entrevista que conduzia na sexta-feira em sua Web 2.0 Expo, pediu que a platéia mandasse perguntas via Twitter, mas não repassou nenhuma para o entrevistado (Jonathan Schwartz, presidente da Sun Microsystems)?

Houve quem notasse, repercutisse e ironizasse. Também, a justificativa do cara era pífia: “percebi que configurei meu Twitter para receber mensagens apenas das pessoas que eu acompanho”, esclareceu em dois tempos o constrangido Tim, horas depois do vacilo, na própria ferramenta de microblogging.

Daniel Terdiman, que pescou a rateada e a divulgou, insiste que O’Reilly não checou seu telefone em momento algum no transcorrer da conversa com Schwartz. O papa da web semântica, porém, assegura que sua falta de destreza, não de consideração, foi a responsável pelo incidente.

Num pedido de desculpas em seu blog, Tim ouviu de novo Schwartz e postou perguntas e respostas com as indagações feitas pela platéia no evento de sexta-feira.

A dúvida que ficou: será que O’Reilly já sabe manipular seu celular 3G e as ferramentas de microblog?

Faça o que eu digo, não o que eu faço

Tim O’Reilly, o cara que cunhou o termo web 2.0 e alardeou ao mundo as benesses da nova tecnologia para a comunicação interpessoal, foi pego com a boca na botija durante entrevista que realizou com Jonathan Schwartz, presidente da Microsystems.

Entusiasta do poder de convergência das ferramentas on-line, convidou a platéia a fazer perguntas ao entrevistado via Twitter _plataforma de microblogging mais usada no mundo.

Pois bem: Daniel Terdman nos conta que O’Reilly não checou seu celular (por onde entrariam as atualizações via Twitter) NENHUMA vez durante a entrevista. Logo, não fez nenhuma pergunta sugerida pela audiência.

Bem depois, Tim apareceu no Twitter com uma história que, se verdadeira, prova que ele nem sequer sabe usar o microblogging.

A saia-justa ocorreu no evento capitaneado anualmente por O’Reilly, a Web 2.0 Expo.

Sobre o profeta da web semântica e o Twitter quem tem coisas boas a dizer é o Francisco Madureira, do Clico, Logo Existo. Primeiro, que o termo web 2.0 é uma balela.

E segundo: que é para eu me acalmar com relação ao Twitter, a quem me derreti em elogios no episódio do abalo sísmico em São Paulo na terça-feira.

O debate, como sempre, engrandece.