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Mamilos são polêmicos

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Aconteceu: estreei no Brainstorm9, aquele coletivo bacanudo que discute coisas legais (e nem tão legais) da vida e da comunicação e que há milênios eu referencio aqui.

A culpa foi da Cris Bartis (que nas horas vagas é diretora de criação, mas na verdade ganha a vida cozinhando) e da Juliana Wallauer (cujo disfarce de torcedora do Grêmio é só fachada pra figura quejá fez você chacoalhar o esqueleto num festival memorável).

Elas comandam o solerte Mamilos Podcast e cometeram o erro de me chamar pra falar de reforma política. Ainda bem que Luiz Yassuda estava lá pra botar ordem na casa.

Adorei o papo, divirta-se.

Engajamento artificial e conteúdo refém

Eu diria que estamos diante do texto definitivo sobre engajamento artificial e conteúdo refém da audiência. Daniel Sollero analisa com bastante propriedade o que estamos fazendo na rede – e o que deveríamos fazer.

Imperdível.

A economia dos aplicativos

A web ainda não acabou, como previu Chris Anderson, mas é inegável que a navegação está migrando – muito graças aos dispositivos móveis.

Meu amigo (todo corintiano é meu amigo) Carlos Merigo recebeu Cris Dias, Saulo Mileti, Alexandre Maron e Leonardo Dias para discutir a economia dos aplicativos.

A conversa, de cerca de uma hora e meia, é bastante interessante e com insights legais. Desmistifica, por exemplo, o grosso dos aplicativos que, na verdade, são apenas uma casca com uma releitura de html (ou seja, a boa e velha web).

Ah, uma bela dica de busca dada no podcast para se descobrir aplicativos novos e criativos “top dez aplicativos para…” ou “top ten apps”. Pergunte ao Google e seja feliz.

Hoje, dos dez aplicativos mais baixados, nove são jogos. Isso dá um indicativo claro de para onde está caminhando a plataforma que, quis a Wired, substituiria a web (sobre isso, aliás, Michel Lent fez uma boa apresentação recentemente).

Como sempre, calma lá.

Explore museus na Europa e nos EUA com o ‘street view cultural’ do Google

Essa entra na categoria de dicas especiais (aliás, uma especialidade do Brainstorm9, que viu isso primeiro _eu é que demorei a postar): o Google acaba de lançar um projeto que funciona como o street view, mas voltado apenas para museus.

No momento, 17 estabelecimentos do gênero, europeus e americanos, já podem ser explorados usando a ferramenta.

YouTube faz coletânea com os principais virais de 2010

Vocês sabem que, apesar de não estar (sempre) diretamente ligado a jornalismo, tenho muito interesse nos virais e na maneira como eles são distribuídos na rede. Analisar esse comportamento tem tomado, nos últimos anos, bastante tempo dos meus dias.

O YouTube (com o apoio da fabricante de dispositivos móveis HTC) decidiu colocar até o dia 31, a razão de um vídeo por dia, aqueles que considera os virais mais expressivos de 2010.

Vai lá que já são 4 os vídeos _e a contagem regressiva para o ano está rolando.

(Quem viu primeiro foi o Braimstorm9).

Facebook, o filme

Já está circulando o primeiro trailer de “The Social Network”, filme baseado na história de Mark Zuckerberg e, claro, na invenção que o tornou famoso, o Facebook.

O filme, que chega em outubro ao Brasil, é dirigido por David Fincher, autor de sucessos como “Clube da Luta”.

Ainda pouco se sabe do enredo, mas a chamada é provocativa: “Não é possível ganhar 500 milhões de amigos sem fazer alguns inimigos”.

O Brainstorm9 foi quem viu primeiro.

Anistia Internacional cria rede social para atormentar ditadores

A Anistia Internacional lançou uma belíssima paródia do Facebook, o Tyrannybook, rede social que tratará de incomodar (e vigiar) até agora dez presidentes considerados violadores dos diretos humanos pela instituição.

Convenhamos, num universo de 203 países no mundo, é um recorte incorreto da realidade, não? Está faltando gente aí, pô.

Mas enfim, uma boa ideia e uma pauta jornalística também: há relatos importantes e alguns links bacanas no começo das discussões _nesta rede você angaria “aliados”, não amigos.

Há de se ressaltar que a Anistia entregou a concepção do projeto a uma agência de publicidade, o que obscurece um pouco as coisas.

Em tempo: quem viu primeiro foi o Brainstorm9.