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As diferenças entre Apple e Google

Quais as diferenças mais marcantes entre Apple e Google, dois gigantes do “novo mundo” aliás o tempo todo na mira das autoridades antitruste?

O sempre sereno Luli Radfahrer descreve os antagonismos destes protagonistas da revolução digital com rara precisão.

E conclui: estamos diante de um confronto de paradigmas que, por mais que alguns ainda tentem (de maneira blasé) minimizar, tem tudo a ver com a nossa espécie.

O portfólio de comerciais de TV da Apple

Um comercial da Apple de 1984, exibido no intervalo do Superbowl (a final do campeonato de futebol americano), é apontado como o maior de todos os tempos.

Agora um fã da marca disponibilizou o que garante ser a coleção de TODOS os comerciais da empresa. É um portfólio digno de ser preservado. São 485 peças a começar pela primeira, de 1977.

A Playboy entrevista Steven Jobs

“My God! I drew a circle!”.

Era Andy Warhol gritando em êxtase ao ser apresentado, em janeiro de 1985, a uma grande invenção: o mouse. Ou melhor, o mouse (criado anos antes por Douglas Engelbart) associado a um Macintosh, da Apple.

Quem apresentava a revolução ao homem que notabilizou a sopa pronta Campbell’s era, claro, Steve Jobs.

Tudo sob o olhar atento do repórter David Sheff, que publicou na Playboy americana em 1º de fevereiro de 1985 uma entrevista com o então enfant terrible da revolução da computação pessoal (e ainda chamado “Steven” pela mídia).

A conversa aborda todos os bodes na sala que ele colocara ali – a ponto de ser escanteado ao comando de um time que, teoricamente, cuidaria de produtos menos importantes da empresa – mas que saiu-se com o Macintosh, se não um campeão em vendas (pudera, caríssimo), um produto diferenciado.

“Você nunca guarda rancor de um filho”, diz, ao falar sobre as brigas dentro da companhia.

Em 17 de setembro daquele ano, a Apple demitiu Jobs.

O resto é história.

Afogue em números com a Apple

Em infográfico, os incríveis números da Apple

Em 1994, o protótipo do jornal do futuro

Em 1994, o professor Roger Fidler (hoje na Universidade do Missouri) apresentou o trabalho “O jornal do Futuro”, baseado num conceito que estava desenvolvendo na academia. A imagem aqui ao lado é exatamente de como o seria o “protótipo” deste produto.

Parece um imenso iPad, mas naquele tempo ainda não havia tablet como o conhecemos hoje. Fiedler usou como ponto de partida outro produto da Apple, o Newton (que o mundo conheceria como palm top).

Tãopouco havia rede sem fio (ou internet comercial) naquele tempo, mas Fiedler pensou que a atualização do jornal eletrônico poderia ser feita pelo mesmo sistema do videotexto _a tecnologia que originou o closed caption, então transmitido via ondas de TV.

Acesse a ideia completa e entenda o que prosperou (e o que era furado) na conceituação de 17 anos atrás.

A nuvem da internet, nós e a Apple

O jornal O Globo publicou nesta semana um belo balanço de a quantas anda a tal da “nuvem da internet”, o armazenamento remoto de informações sem o qual, muito provavelmente, teríamos um tilt de enormes proporções.

O dado mais interessante: a nuvem tem um potencial de mercado de US$ 1,4 trilhão por ano.

Não por acaso, a Apple _e seu maligno de dominar a humanidade_ acaba de criar uma nuvem para chamar de sua…

Apple não vê graça nenhuma em comercial bem-humorado de jornal dos EUA

Muita gente se divertiu _e não é para menos_ com a publicidade do Newsday, jornal de Long Island (EUA) que acaba de ganhar um aplicativo para iPad e brincou com a única função em que o produto perde para o bom e velho jornal impresso.

O que vem a seguir não tem a menor a graça: a Apple não gostou nada do comercial. E ameaçou o jornal com a exclusão da App Store (onde estão expostos os aplicativos) se a publicidade não fosse tirada do ar.

Em nota oficial, o Newsday confirmou a pressão e anunciou que “a curta e gloriosa trajetória” da fantástica peça se encerrou.

Impressionante a falta de humor de Steve Jobs…

‘Não quero uma nação de blogueiros’, diz Steve Jobs

Do evento de terça-feira promovido pelo The Wall Street Journal com Steve Jobs, ficou quase lateral a opinião do messias das novas mídias sobre critério editorial e fontes confiáveis na Internet.

“Não quero uma nação de blogueiros”, disse Jobs, ressaltando a importância de uma imprensa formal possante e democrática.

São palavras com evidente tino comercial: o criador da Apple colocou sua empresa à disposição do mainstream para pensar formas de cobrar por conteúdo na web.

Lançamento ‘revolucionário’ da Apple é cópia de projeto de 1994

Sensacional descoberta do professor espanhol Ramón Salaverría: apesar do buzz em torno do iTablet, próximo lançamento da Apple saudado como vanguardista e potencial salvador dos jornais em meio à crise, o produto já tinha sido concebido há 15 anos por Roger Fiedler _e com ele, claro, todo o conceito de tablet, a última moda em dispositivo móvel.

Claramente, faltou uma maçã mordida para o projeto dar certo.

Veja com seus próprios olhos.