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15 dicas para menus de sites e aplicativos

Essas vêm direto do mestre da usabilidade, Jakon Nielsen.

A lenta morte da Nokia

A Nokia, empresa finlandesa que investiu e popularizou o SMS, produziu – anos antes da Apple – protótipos de dispositivos muito similares ao iPhone e ao iPad que nunca chegaram ao público.

Não chegaram porque a cultura da companhia (que gastava rios de dinheiro com pesquisa e inovação) era a do medo: se o texto por celular dava certo e fazia da empresa um Olimpo do avanço tecnológico , pra que arriscar com essas geringonças que seus engenheiros apresentavam?

Hoje, a empresa caminha para a falência com um valor de mercado 98% menor do que o de outrora.

Mas vamos combinar: de que adiantariam iPhones e iPads que rodassem Symbian (um sistema operacional catastrófico) com uma oferta de aplicativos inclassificáveis, de tão defeituosos?

A Nokia deitou na fama do SMS e morreu.

Olimpíada de Londres atualiza quatro anos de avanço tecnológico

Em Pequim-2008 o Twitter era uma criança (foi a primeira cobertura – um ensaio, na verdade – da Folha de S.Paulo na plataforma, sabia?), o Facebook inexistia no Brasil e a gente tinha menos banda e recursos móveis para produzir (e consumir) notícias.

Londres-2012 vem aí (os Jogos Olímpicos começam no dia 27) e, com o evento, uma avalanche de novidades multimídia, interativas e em aplicativos.

Prepare-se.

A economia dos aplicativos

A web ainda não acabou, como previu Chris Anderson, mas é inegável que a navegação está migrando – muito graças aos dispositivos móveis.

Meu amigo (todo corintiano é meu amigo) Carlos Merigo recebeu Cris Dias, Saulo Mileti, Alexandre Maron e Leonardo Dias para discutir a economia dos aplicativos.

A conversa, de cerca de uma hora e meia, é bastante interessante e com insights legais. Desmistifica, por exemplo, o grosso dos aplicativos que, na verdade, são apenas uma casca com uma releitura de html (ou seja, a boa e velha web).

Ah, uma bela dica de busca dada no podcast para se descobrir aplicativos novos e criativos “top dez aplicativos para…” ou “top ten apps”. Pergunte ao Google e seja feliz.

Hoje, dos dez aplicativos mais baixados, nove são jogos. Isso dá um indicativo claro de para onde está caminhando a plataforma que, quis a Wired, substituiria a web (sobre isso, aliás, Michel Lent fez uma boa apresentação recentemente).

Como sempre, calma lá.

O poder dispersivo do tablet

Um efeito colateral do tablet, ainda pouco explorada, é o manancial de aplicativos potencialmente capazes de interromper e perturbar, por exemplo, a leitura de um livro – aspecto em que o Kindle é vantajoso.

“É como tentar cozinhar com um monte de crianças em volta”, diz um usuário de tablet ao The New York Times.

Mais riscos à nossa privacidade

Atacamos o Google, atacamos o Facebook, e nos esquecemos dos milhares de aplicativos para smartphones que atentam contra a nossa privacidade.

É o que comenta Charles Arthur no The Guardian.

O Facebook dá, o Google toma

Um pequeno recorte da realidade mostra que o Facebook não é apenas uma máquina de oportunidades para si próprio: estudo da Universidade de Maryland aponta que apenas o mercado de aplicativos para o site de Mark Zuckerberg gera cerca de 200 mil empregos diretos nos EUA.

Enquanto isso, o Google é acusado de favorecer seus produtos no fantástico mecanismo de busca que criou (e que responde por cerca de 90% das pesquisas no mundo).

 

O avanço inevitável dos aplicativos

Levantamentos nos Estados Unidos já apontam que o usuário passa mais tempo conectado a aplicativos do que propriamente à web.

Isso comprova uma detecção de meses atrás, e que sugeriu novos desafios para o jornalismo, no campo do conteúdo e também dos negócios.

É uma fronteira sem fim de novo conhecimento e potencial de distribuir o nosso trabalho.

A web não morreu

Lembra que ontem falei de um artigo da Wired sobre a morte da web e o avanço dos aplicativos móveis? Pois a tese está sob forte ataque.

Alexis Madrigal vai diretamente ao ponto em texto na The Atlantic: é a grana, estúpido.

E pensar que justo Chris Anderson, editor da Wired e defensor do preço zero na internet, teria formulado a hipótese (ao menos, é quem assina o texto, ao lado de Michael Wolff).

Sim, pontua Madrigal, revistas como a Wired podem fazer muito dinheiro usando aplicativos e serviços personalizados em dispositivos móveis.

Pra completar, Rob Beschizza detectou manipulação nos gráficos que ilustravam o polêmico texto de Anderson.

Mas lembre de Juan Varela, que crê (academicamente, até onde sei) na gradual desimportância da web como principal drive de conteúdo _e se vangloria de falar nisso faz tempo.

Vou deixar a palavra com especialistas.

A web morreu, sentencia a Wired

Aplicativos móveis e redes sociais são a nova world wide web, sentencia a revista Wired.

É uma discussão pertinente sobre as maneiras que acessamos conteúdo agora.

A navegação direta na rede pode ser substituída pelo uso de aplicativos que têm como base a recomendação social e a qualidade do acesso direto a várias funcionalidades _sem passar pelo revolucionário invento de Tim Berners-Lee.

O conteúdo continua na internet, mas está cada vez menos na web.

Juan Varela, que sabe bem mais do que eu, explica direitinho.