Arquivo da categoria: Vídeos

O design visual em debate

Ótimo documentário sobre o tema.

O futuro da TV em debate

Faz tempo que estamos tentando encontrar uma nova linguagem para o vídeo na web, mas a TV também passa por esse drama.

Abaixo, Brian Solis conversa com Jim Louderback sobre a necessidade de se construir comunidades em torno do conteúdo (é uma máxima que vale para tudo, do texto à infografia).

A imagem em movimento vive um momento que Louderback chama de “terceira revisão”. A primeira foram as grandes redes de TV, a segunda, a TV fechada. Agora, chegamos à convergência e à necessidade de interagir com o até então mero espectador.

Transparência e objetividade no jornalismo

A transparência é a nova objetividade do jornalismo?

É o que defende Jeff Jarvis, professor da Universidade de Nova York.

Um debate bom, até porque a objetividade, a gente sabe, não existe. Toda decisão jornalística é carregada de subjetividade.

Google patrocina memorial jornalístico no YouTube

A internet abriga, desde ontem, um memorial de jornalistas que morreram “perseguindo a notícia”, como o Google descreve no canal no Youtube criado em parceria com o Newseum, o museu americano da imprensa.

O projeto já nasce consistente, com várias histórias bacanas de serem lembradas.

Jornalista bom é jornalista vivo _nessas sempre me lembro de Assis Chateaubriand brifando Joel Silveira antes da partida deste para a cobertura da Segunda Guerra (“Não me morra, seu Joel, não me morra. Repórter não é pra morrer, é pra mandar notícia”).

Hoje a guerra é aqui: o maior número de baixas na profissão ocorre fora de zonas de conflito internacional, a mando de poderosos/criminosos.

As coisas mudam.

Boas práticas de cobertura de conflitos

Só vi agora, mas vale muito: alguns exemplos de boa cobertura multimídia em zonas de desordem institucional.

Você quer trabalhar no Facebook?

Dez entre dez jovens americanos querem. No mundo, idem.

A MTV produziu uma série mostrando quem está por trás da maior invenção de Mark Zuckerberg, revelando, claro, alguns detalhes de como é trabalhar na “Rede Social”.

E, mais claro ainda, dicas para conseguir isso.

O Braimstorm9, como de hábito, viu primeiro.

O que o Google faria?

O que o Google faria, Jeff Jarvis (autor de um livro com esse nome)?

Produzir um vídeo mostrando como é sua gestão de armazenamento de dados _com pessoas comuns, vigilantes comuns e prédios comuns.

Para ganhar o possível anunciante/investidor que ainda tenha medo do on-line, um espaço que, convenhamos, é exatamente o mesmo do off-line, absolutamente incorporado ao dia a dia.

Voltando a Jarvis e seu livro: há um erro crasso no primeiro período do texto (“Parece que nenhuma empresa, executivo ou instituição realmente entendeu como sobreviver e prosperar na era da internet. A exceção é o Google”).

Um exagero acima de qualquer patamar. O livro é bem honesto, mas um começo desses depõe contra qualquer iniciativa.

A câmera oculta e a ética no jornalismo

O avanço tecnológico e a consequente miniaturização de dispositivos popularizou definitivamente o uso da “câmera oculta” no jornalismo.

Assim como não é adequado um jornalista se passar por um personagem para obter informação, há quem questione a validade ética de se recorrer a um recurso que ludibria a confiança depositada em você por uma fonte.

É debate pra mais de metro, porque o ponto atual é: a câmera oculta passou a ser um fim, não um meio. Vulgarizou-se _e é muito mais fácil fazer jornalismo pegando os incautos no pulo.

É a discussão que o professor Martín Becerra levou ao jornal Pagina 12 em virtude de gravação clandestina que mostrou Luis Siri (a cara mais visível dos protestos sindicais que têm oposto trabalhadores e o diário argentino Clarín) achacando a direção do jornal.

Em português claro, pedindo dinheiro para não liderar piquetes como os que impediram a circulação do jornal há semanas.

Nos tempos em que o Google era um jornal impresso…


Se é que existe alguém no mundo que não tenha feito uma busca no Google ontem, deixo registrado o vídeo no “doodle” (o cabeçalho da minimalista _e por isso bem-sucedida_ ferramenta de busca) que celebrou o 122º aniversário de Charles Chaplin, no sábado.

Claro que o jornal impresso chamado Google foi o momento que mais gostei…

Um filmaço a serviço do mal

Triumph des Willens é obra de Leni Riefenstahl, a cineasta do nazismo. Uma ótima cabeça que acabou cooptada, uma pena.

Mostra um congresso do Partido Nacional Socialista (cuja corruptela levou a Nazista) em 1935, um ano depois de Hitler assumir, quatro anos antes da Grande Guerra.

Está tudo ali, a intenção dos caras é clara.

Mas olhar essa fotografia hoje, a trilha grandiosa, o charme do P&B… filmaço.