Facebook perde moral entre os adolescentes

Os indícios já vêm pipocando lá e acolá, e isso há um bom par de anos. Mas 2013 termina com uma nova rodada de hábitos de consumo de redes sociais que apontam o decréscimo de usuários no Facebook entre 16 e 18 anos.

Estudos etnográficos em nove países (e que já levam 15 meses) deixam clara a tendência de os jovens fugirem da rede social preferida dos pais. Aliás, se antes eles se preocupavam com o fato de os filhos se exibirem no site de Mark Zuckerberg, hoje é o oposto, estimulam as crias a cobrir a própria vida em tempo real.

Afinal, nada mais seguro do que um lugar em que se sabe o tempo todo o que estamos fazendo e com quem.

Mas esse tempo está passando. Plataformas como o Snapchat, no qual as mensagens se ‘autodestróem’ ao gosto do freguês, ou o Twitter, caótico para quem não frequenta o ambiente e mais simples de usar, continuam de braços abertos para esse público.

A constatação (mais uma, repito) não significa o fim para o Facebook. Afinal de contas, um produto multiusuário, para todas as faixas etárias, é um Santo Graal. Que tenha sido eterno enquanto durou.

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