O retrato triste de uma profissão

O livro “As mudanças no mundo do trabalho do jornalista” (Editora Atlas, 2013), organizado por Roseli Figaro, professora da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP e coordenadora do Centro de Pesquisa em Comunicação e Trabalho (CPCT) da instituição, mostra um jornalismo não sindicalizado, hegemonicamente feminino, com média de idade de 35 anos e, por outro lado, massacrado pela empregabilidade, sem planejar o futuro e sem refletir sobre o próprio trabalho. Um cenário triste e devastador.

Uma resposta para “O retrato triste de uma profissão

  1. Vale cotejar com “Perfil do jornalista brasileiro”, de Jacques Mick e Samuel Lima (Ed. Insular, 2013), que saiu há pouco e traz mais dados sobre essa realidade…

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