O jornalismo fora da redação

A redação não é mais o habitat do jornalista. Um dado que corrobora essa impressionante realidade é a demissão, só em 2013 e só em São Paulo e Rio de Janeiro, de 300 jornalistas.

Outro dia mesmo comentei sobre a valorização que ofícios como marketing e publicidade estão dispostos a nos oferecer.

Ambientes corporativos estão interessadíssimos no nosso trabalho, como Jeremy Porter explora muito bem em artigo no Journalistics.

Por sinal, hoje, na Folha de S.Paulo, o publicitário Nizan Guanaes dá uma pista definitiva para entendermos o que está acontecendo. “Não deixa de ser irônico para a propaganda. Na época da comunicação total, a verdade tornou-se a maior arma de persuasão em massa.”

Até prova em contrário, os especialistas em verdade somos os jornalistas.

4 Respostas para “O jornalismo fora da redação

  1. Apenas observando que isso é mercado de trabalho mas não exatamente jornalismo, né?

    • Depende, Marcelo. O jornalista costuma dar ao ofício uma descrição que, se aplicada fielmente, não existiria em lugar algum. Modus operandi jornalístico, ainda que a serviço de outra atividade, não tem motivo para não ser considerado jornalismo. Eu, pelo menos, considero.

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