Prisioneiros do ecrã

Ficou cada vez mais evidente, agora que a integração física entre os que se dedicam à operação papel e à operação on-line é uma realidade no jornalismo brasileiro, que o segundo grupo tem de oferecer muito mais horas de trabalho – ganhando, via de regra, bem menos.

“On-line days” que promovi em alguns veículos com o objetivo de mostrar as agruras do tempo real àqueles que tinham exclusivamente tarefas para o produto impresso foram pedagógicas e escancararam esse abismo trabalhista.

Agruras como o risco, numa reles ida ao banheiro, de ser pego de calças curtas (ou, no caso, arriadas) por um fato relevante que exige publicação imediata.

Agathe Muller e Benjamin Rieth fizeram um pequeno texto e uma coleção de vídeos que abordam essa disputa de classes no jornalismo global.

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