O respiro dos impressos nos EUA

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Na mesma edição em que sugeriu a demissão do ministro da Fazenda, Guido Mantega, a The Economist trouxe boas notícias para o jornalismo impresso: sim, os paredões porosos de informação on-line (aqueles que dão acesso a um determinado número de artigos antes de cobrar o usuário), aparentemente, estão funcionando.

Nos EUA, números positivos estão impactando o faturamento de tradicionais veículos em papel – o investimento na web está subindo e, de certa forma, compensando a queda da publicidade em papel.

Mas há outra coisa muita boa no horizonte: os paywalls estariam diminuindo a dependência dos jornais com relação à publicidade. No New York Times, por exemplo, a circulação já responde por 47% do faturamento.

Essa sim é uma novidade muito bem-vinda – é o único caminho rumo à tal ‘independência’.

PS – Na Europa, maior mercado mundial de jornais, as notícias não são das melhores.

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