Quando notícias velhas ressuscitam – e um antídoto para isso

O relato de que as notícias mais lidas no jornalão inglês The Independent tinham mais de dez anos – fato que ocorreu outro dia e se repetiu com o El Pais, agora – exibe mais do que o poder viral do Facebook e sua nova função de compartilhar o que está lendo com seus contatos.

É fato que a maioria das pessoas simplesmente não consegue se dar conta se uma notícia é nova ou velha. Nem mesmo quando a data da publicação dos textos está lá, escancarada, consegue-se livrar da ressurreição viral de notícias que deixaram de sê-lo por conta do excesso de mofo.

Neste aspecto, o G1 (portal de notícias mais acessado do país) tem um antídoto que ajuda a prevenir essas ondas de má informação: o site não atualizou os templates de suas páginas anteriores ao atual projeto gráfico, de 2011.

Portanto, se deparar com uma notícia antiga é, antes de tudo, uma experiência visual que, no mínimo, provoca algum tipo de estranhamento (como este aqui, por exemplo).

Ótima ideia.

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