O LinkedIn de R$ 13 bi e seu desafio: atrair o usuário nos momentos de ócio

Sabia-se havia meses que a abertura de capital do LinkedIn seria um estrondo.O lançamento das ações da rede social das relações de trabalho só colocou um preço no negócio de Reid Hoffman: R$ 13 bilhões.

Faz sentido o debate sobre uma provável nova bolha das pontocom, mas não pelo que aconteceu na quinta-feira.

Não é o LinkedIn o símbolo da supervalorização de ideias cujo maior capital é o potencial futuro. Ele é um dos personagens desse jogo.

Ainda temos de descobrir como ganhar dinheiro de verdade com a multidão que usa esse tipo de serviço _100 milhões, no caso do site de Hoffman (o líder Facebook tem 670 milhões de consumidores).

De interface pouco amigável e funcionalidade prática discutível, o LinkedIn de R$ 13 bilhões (que tinha a perspectiva de captar modestos R$ 285 milhões) assusta mais por outro motivo: como torná-lo atraente a ponto de a gente acessá-lo quando não está pensando em trabalho?

Baseado na experiência forrada de lazer e futilidade da rede social número um (sim, falo dele, o Facebook),  Hoffman terá de tirar vários coelhos da cartola.

Uma resposta para “O LinkedIn de R$ 13 bi e seu desafio: atrair o usuário nos momentos de ócio

  1. Olá Alec! Sou estudante de Jornalismo na Universidade Federal de Santa Catarina. Para setembro deste ano estamos organizando a Semana do Jornalismo aqui em Florianópolis e gostaríamos de lhe enviar um email explicando melhor o evento. Você poderia me passar seu email?
    Obrigada, Helena Stürmer

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