O universo inexplorado dos aplicativos móveis

Amy Gahran (ou “a dama da persuação”, como é chamada na academia) faz um post bacanudo tentando descrever o que são e o que deveriam ser aplicativos para dispositivos móveis _para onde, afinal de contas, está migrando o conteúdo (e o emprego) jornalístico.

Claro, ela fala do cenário americano, mas mesmo assim surge com dados que, eu pelo menos, não estava por dentro.

Exemplo: desenvolver um aplicativo para iPhone ou que rode em Android (sistema operacional de quase todo o resto dos smartphones) significa alcançar apenas 12% do mercado nos EUA.

Mais: os “feature phones”, ou tudo aquilo que não é smartphone (o popular celuca sem teclado qwerty, por exemplo), está nas mãos de 76% dos usuários de móveis nos Estados Unidos.

A conclusão, clara: se lá o mundo dos aplicativos ainda está longe de explorar seu potencial máximo, imagina aqui.

É um campo gigantesco e promissor para a expansão do jornalismo para lá da fronteira da web.

Uma resposta para “O universo inexplorado dos aplicativos móveis

  1. Pingback: O avanço inevitável dos aplicativos | Webmanario

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