O massacre dos redatores do LA Times

Deirdre Edgar, O ombudsman do Los Angeles Times, teve de comentar (e o fez com bastante humor) o errinho chato da página A22 da edição impressa da última quinta-feira.

Foram rodados 55 mil exemplares até que alguém se desse conta de que não havia títulos nas notas de uma coluna de noticiário nacional.

Quer dizer, títulos havia, mas eram marcações gráficas do tipo “O título vem aqui”, o bom e velho modelo ou figurino: um texto fake salvo para fazer a demarcação do espaço que ocupa.

“Os leitores temeram que todos os redatores tivessem sido demitidos ou até mesmo ‘massacrados’, como disse um”, registrou Edgar.

Acontece.

Uma resposta para “O massacre dos redatores do LA Times

  1. O mais chocante poucos notam: quando acontece essas coisas, sabemos que não é a importância da informação que determina o espaço que ela vai ocupar, mas o espaço para cada matéria foi estabelecido sem levar em consideração o jornal como um todo. Ou seja: como se toda notícia representasse mais carne dentro da mesma tripa. O popular “encher linguiça”, mas… permanentemente!! É de entristecer.

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