A saída educacional para o jornalismo impresso nos EUA

No ambiente de crise que cerca a imprensa em papel nos Estados Unidos surgiu, como uma das possíveis saídas, a hipótese de veículos ligados a escolas de jornalismo ganharem mais fôlego para, digamos, perpetuar a profissão.

A conta é simples: se forem convertidas em entidades educacionais (e, portanto, sem fins lucrativos), as empresas jornalísticas passam a poder receber subsídios governamentais, além de doações filantrópicas que fazem parte da cultura americana.

Já existe, inclusive, um belo exemplo: o St.Petersburg Times, que pertence ao Poynter Institute.

O jornal faturou dois prêmios Pulitzer no ano passado _a Flórida inteira, seu Estado natal, havia ganho quatro em toda a história. É do St.Petersburg Times a ideia do mentirômetro que acompanhou as promessas de Barack Obama (e agora já tem “filhotes” em oito Estados americanos).

Para o Brasil, onde não existe a cultura da doação, provavelmente não adiantaria nada vincular veículos jornalísticos a faculdades de comunicação (que possuem produtos restritos e de nicho) _e muito esperar pela adesão a um modelo não lucrativo.

Mas é interessante conhecer as propostas para que superemos o pior momento do jornalismo impresso em todos os tempos.

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