Cobrar por conteúdo pode fazer vender mais jornal?

O NYTPicker, blog crítico à cobertura e aos procedimentos do The New York Times (que eu recomendo, é insider total), formulou uma tese interessante sobre a decisão do jornal de cobrar por conteúdo on-line a partir de 2011.

A medida exclui, você sabe, os assinantes da edição impressa (inclusive os de final de semana), que terão acesso full à versão na web.

Na versão do Picker, aparentemente o NYT pretende ampliar a carteira de assinantes da edição impressa. O site pergunta: “Por que não assinar e receber o jornal em casa, ganhando de bônus o acesso ilimitado ao on-line?”

Tem um buraco nessa estratégia _se é que se trata de uma estratégia. Os atalhos, também citados pelo Picker, para suavizar o paredão que o jornal norte-americano está construindo. O acesso é livre quando o link provém de mecanismos de busca e sites de redes sociais.

O Picker conclui dizendo que a cobrança por conteúdo on-line não passa de tentativa de vender mais papel. E faz uma constatação: apesar de toda a excelência de seu conteúdo on-line, o jornal ainda conta com o poder da versão impressa para sua subsistência.

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