A ridícula adesão à assinatura de conteúdo on-line pago

Lembra que encerrei 2009 falando que 2010 era o ano em que cobraríamos por conteúdo? Faltou abordar o outro lado da moeda: pagaremos por ele?

Saiu uma pesquisa bem fresca sobre o tema, trazida por Alan Mutter (o mesmo a ter detectado a quebra do negócio jornal impresso quando o acesso à banda larga residencial atinge 30% num país): os usuários que pagam aos jornais generalistas por informação on-line representam apenas 2,4% das pessoas que bancam uma assinatura de jornal impresso. É o caminho do fracasso, ainda mais que a comparação é feita com um produto há muito fadado ao fracasso comercial.

A pesquisa completa pode ser comprada por U$ 500.

Ela tem um lado esperançoso: que essa gente que banca para ler antes na web não parece muito preocupada com o custo (lembre-se: nos EUA).

É importante por ser a primeira detecção de indiferença no ano em que decidimos cobrar por conteúdo. A ver como termina essa patacoada.

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