A volta de Jayson Blair. E numa aula de ética

“Eu me lembro de ter cruzado essa linha e dito para mim mesmo ‘cara, eu não vou fazer isso de novo. Amanhã, voltarei para o lado do bem e farei as coisas como se supõe que elas devem ser feitas'”.

A frase é de Jayson Blair sobre um deslize cometido logo após os ataques de 11 de setembro, quando inventou o nome de um personagem de uma reportagem. Segundo ele, teria sido a primeira mentira de uma série que levou sua carreira à ruína.

Responsável pelo maior escândalo da história de 158 anos do New York Times, Blair foi demitido em 2003 após confessar que havia inventado aspas, fatos e personagens. Atualmente ele trabalha numa clínica psiquiátrica onde também se submete a tratamento.

Ontem, voltou a circular num ambiente jornalístico ao palestrar para estudantes da Universidade Washington e Lee, em Lexington, numa cadeira sobre ética.

É sempre bom manter vivo na lembrança o caso Blair e suas consequências.

Uma resposta para “A volta de Jayson Blair. E numa aula de ética

  1. A entrevista das páginas amarelas da Veja desta semana também é uma aula de “ética”.
    O Bruno Senna diz que “não tem ídolos”. E a revista põe como título: “Senna não é meu ídolo”.
    Simples assim.

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