A capa certa na banca de jornal errada

design_revista

Foi a sempre ligada Renata Steffen quem achou essa: você pode desenhar a melhor capa do mundo, mas ser derrubado pela exposição da sua revista em banca.

No caso, a capa da PC World remete explicitamente para… a concorrente MacWorld.

Claro que a vibração da Renata tem a ver com o fato da manchete de uma dizer “claramente” que upgrade de verdade é ter um Mac…

12 Respostas para “A capa certa na banca de jornal errada

  1. Cuidado. Daqui a pouco a culpa vai ser do jornaleiro.

  2. ok, mas que sentido faz um upgrade pro lado…

  3. Muito interessante!
    Deve-se ter cuidado na exposição sim.
    Abraços!

  4. Agoora é tomar cuidado da próxiima ve z !

  5. Quando li o lead do texto pensei que seria outro assunto, pensei que iria falar do seguinte:

    como as capas dos jornais poderiam ser personalizadas para o ponto de venda, por exemplo, você pode fazer uma capa para cada bairro, com manchetes mais chamativas para aquela população, assim como pode ser, talvez isso alavancaria a venda dos jornais em alguns pontos hehehe

    mas mesmo assim, interessante o assunto, no ponto de vista de exposição, pois isso acontece mais do que se pensa, em outras mídias também como outdoor, tv, etc..

    abraço alec!

    • Bruno,

      Personalizar as capas das edições não deixa de ser uma boa ideia, apesar de que eu não creio que isso alavancaria a venda de jornais. A verdade é que, ainda, a venda em banca não consegue sustentar o modelo de negócios dos jornais, com algumas raras exceções no campo dos produtos populares.

      abs

  6. Os jornaleiros estão perdidos, assim como as livrarias. Não existe mais o cuidado e o conhecimento sobre o produto que vendem. Mas também serve de alarme para quem planeja a capa. Se a realidade é esta, melhor tomar cuidado.

  7. Como a quantidade de lançamentos de publicações é muito elevado (em torno de 50 por dia em SP), o jornaleiro não tem como cuidar da exposição se não houver um promotor ajudando. O que existe para as publicações de maior circulação, mas nem sempre. Como a compra de revistas e jornais em bancas é cada vez mais uma decisão impulsiva e não habitual, a promoção no ponto de venda ficou cada vez mais necessária, mas não evoluiu o bastante. Assim é que as bancas viraram quiosques de cigarros, cartões telefônicos e chicletes: para compensar o declínio da venda avulsa de publicações.

    • Mario,

      Também acho trabalho demais para um jornaleiro, precisa de um profissional mais, digamos, sênior por trás dessa exposição em banca. Quanto a sua observação, há tempos tento checar isso e não consigo: se há menos ou mais “bancas de jornais” no país. Certeza que, se houver mais, é por causa de outros produtos que não o core business.
      [
      abs

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