Mudanças sugeridas para os cursos de Jornalismo brasileiros

É sem dúvida um avanço o mestrado profissionalizante previsto no documento entregue por comissão de especialistas ao ministro Fernando Haddad com sugestões para mudanças nos cursos de Jornalismo brasileiros. As propostas do grupo ainda terão de passar pela aprovação do Conselho Nacional de Educação.

O surgimento de cursos de especialização, para jornalistas formados ou outros profissionais, já é uma realidade no pós-queda do diploma específico para trabalhar na área. Haverá várias oportunidades a partir do próximo semestre, e o reconhecimento desse cenário é um grande passo.

A comissão recomendou também a ampliação da carga horária do curso _incluindo aí enfim um estágio supervisionado e regulamentado, uma lacuna que sempre tivemos no jornalismo.

Mas é melhor ler o que diz Rogério Christofoletti, que analisou todos os pontos importantes do documento.

Lembrete importante: tudo pode ser mudado na discussão posterior do CNE. Trata-se, portanto, apenas de sugestões.

8 Respostas para “Mudanças sugeridas para os cursos de Jornalismo brasileiros

  1. Preparem-se: se a sugestão for mantida o aumento da carga horária fará muito caça-níquel fechar as portas. As especializações são bem-vindas.

  2. rogério christofoletti

    Obrigado pela menção! Te sigo sempre por aqui… abraço

    • Pô, Rogério, você é “nosso” enviado especial a essa discussão. Tem destrinchado há meses a questão com maestria. Nós é que te seguimos por aqui!

      abs

  3. O mestrado profissional em ciência da informação foi aprovado recentemente. Mas na graduação em biblioteconomia já tínhamos estágio supervisionado há muitos anos.
    Penso que será um avanço para o jornalismo, eu não li o documento, mas convivendo na pós com vários jornalistas, tenho acompanhado mesmo que só de “ouvido” as discussões sobre o assunto.
    Abraços!

    • E você é a favor do mestrado profissionalizante?

      abs

      • Letícia Alves

        Alec,
        Sou sim!
        Na minha área por exemplo, tem bibliotecários que não quiseram seguir carreira acadêmica e o mestrado profissional é a garantia de atualização para esses profissionais.
        Já existe um no sul, e agora as outras escolas de ciência da informação no país vão ou não acatar criação de novo curso na pós-graduação de suas instituições.
        É complexo do ponto de vista do corpo docente, cada vez mais escasso nas universidades públicas (campo dos cursos de biblioteconomia, museologia, arquivologia e pós-graduação em ciência da informação), lá no sul a iniciativa pelo que me parece até hoje está alcançando bons resultados, veremos no restante do país.
        Abraços!

  4. Pingback: Socorro, frente parlamentar defende volta do diploma de jornalismo « Webmanario

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