Nem o ‘jornalismo erótico’ escapa da crise

Perguntei ontem se existe jornalismo humorístico, e me deparo agora com um texto que fala em “jornalismo erótico”. Uai, existe essa categoria?

É sobre a revista Playboy e a situação inédita que a publicação viverá a partir do mês quem vem, quando pela primeira vez desde fundada, em 1953, terá um editor-executivo que não é membro da família Hefner. E com a obrigação de tirar a companhia do buraco.

O veículo vendia 7 milhões de exemplares em 1972, mais do que o dobro de hoje (3 milhões).

É verdade que a Playboy, em suas várias edições pelo mundo (o Brasil não foi exceção), reuniu um timaço de jornalistas, escritores e colaboradores.

Paul Alonso, o autor da análise, cita a pornografia na internet (“onanista, sem narrativa ou estilo próprio”) como culpado relevante no processo de derrocada da revista.

Nem mulher pelada salva, é isso?

3 Respostas para “Nem o ‘jornalismo erótico’ escapa da crise

  1. A Playboy brasileira é uma das melhores revistas do país. Que alguém deixe de comprá-la apenas porque pode ver mulher pelada de graça na internet, é triste, embora provavelmente verdadeiro.

  2. pior que leio em um site de fofocas que os leitores da playboy brasileira estão furiosos que a revista repete demais as mesmas figurinhas. quer dizer, nem é problema editorial… é falta de bundinha inédita.

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