O lado ingrato de ser repórter

Acusada de trapaça on-line para prejudicar um concorrente, a dona de uma loja de fantasias recebe uma equipe de reportagem da NBC News a caráter (vestida de coelho da Páscoa e com uma máscara fantasmagórica _há, ainda, muito provavelmente uma funcionária paramentada de Branca de Neve).

Só para lembrar alguns momentos em que é péssimo (e constrangedor) ser repórter. (via @BoingBoing)

7 Respostas para “O lado ingrato de ser repórter

  1. Bom dia, Alec.

    Não é raro me deparar com pessoas que falam que engolir alguns sapos faz parte da atividade de qualquer profissional. Até concordo, em alguma proporção. Entretanto, algumas atitudes soam como falta de respeito a quem exerce, com seriedade, seu trabalho.

    Talvez eu me sentisse ultrajado ao fazer essa tentativa de entrevista. Ou então, consideraria a pessoa tão incapaz, tão mesquinha, que convenceria meu editor a criar uma sátira/provocação/denúncia contra esse tipo de comportamento.

    Como professor da classe média alta do RJ, já passei por situações que, apesar de estarem em contexto diverso, denotavam a mesma falta de respeito frente ao trabalho que no momento exercia.

    Abs.

    • Wellington,

      No caso da função jornalística dita profissional há um complicador: vc recebe legimitação para estar em determinados locais, como os vestiários após um jogo de futebol, e não se pode se utilizar desse passe livre para exibir questões pessoais. No exercício da profissão, especialmente como repórter, o jornalista não pode interferir na realidade.

      abs

  2. Ah, repórter… aquele ser inútil. rs
    Bah!

  3. Wellington Campos

    Alec,

    A ideia não foi de interferir na realidade. Vendo a entrevista, fiquei pensando que eu não gostaria de que ela fosse transmitida. A entrevistada (ou, de repente, aquela que se passava por aquela que deveria ser entrevistada) agiu de forma tão inadequada que fiquei espantado com o que vi.

    Quando falei em satirizar/ironizar, pensei em propor uma nova pauta que usasse o material, mas que não desse “cartaz” ao entrevistado.

    Abs

  4. Wellington Campos

    Ih, estávamos falando de fatos diferentes, Alec.

    Você, do sapato atirado, e eu, da mulher fantasiada de coelho da morte.

    É claro que um jornalista que atira um sapato abusa de sua legitimidade de estar em um local específico. Agora entendo e concordo com o que você havia dito na primeira resposta. Mas como o meu comentário havia sido deixado no post com o vídeo da mulher louca que não responde à acusação, achei que você se referia a ele.

    Abs.

    • Wellington,

      Verdade, desatenção total a minha. Concordamos ambos, então. Não é possível dar seguimento a uma entrevista de “outro lado” com uma coisa surreal como aquela acontecendo. Não poderia nem sequer ter ido pro ar.

      abs

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