Passado e presente dos jornais

Jill Lepore faz, na The New Yorker, uma excelente reconstituição da primeira morte dos jornais americanos, em 1765, ainda antes da independência.

A questão ali era uma pesada taxa imposta pela metrópole (o Reino Unido) _a Lei do Selo, que inviabilizou o negócio jornal impresso.

Hoje, os jornais estão à beira da falência de novo (nos EUA e alguns países da Europa, que fique claro: em nações emergentes como o Brasil, onde ainda há demanda reprimida, eles estão livres por ora da hecatombe).

A ponto de emergir como uma possível salvação a transformação das empresas de comunicação em entidades sem fins lucrativos, organizações que se candidatariam legalmente a receber doações de instituições públicas e privadas, além de oferecer vantagens fiscais para os manutedores. Loucura?

Há um artigo na área colaborativa do The New York Times que discorre sobre o tema. E outras pessoas, na Europa, repercutindo e avaliando.

Será que é isso, ou o obituário do seu jornal preferido na capa?

Aliás, Bill Keller, diretor-executivo do The New York Times, fala bastante sobre o futuro dos jornais em resposta a perguntas de leitores.

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