Os jornais em papel respiram nos EUA

Em tempos bicudos, soam como música as palavras do editor administrativo do Wall Street Journal, Robert Thomson. “Depois de tanto tempo de escuridão, surgem os primeiros raios solares no horizonte”.

Ele está se referindo à publicidade nos jornais em papel, que há uma década está em franco declínio nos Estados Unidos e, agora, parece renascer das cinzas. Para Thomson, fruto (como sempre) da credibilidade, o maior patrimônio que o jornalismo imprenso conseguiu construir século após século.

“Em tempos de turbulência, as pessoas querem um porto seguro”, disse ele.

Lembre-se que, no Brasil, a situação é bem diferente: desde 2007 as receitas publicitárias dos maiores jornais brasileiros não param de subir. É só você ver as edições de hoje de Folha de S.Paulo e O Estado de S.Paulo (e as de amanhã, seguramente) para constatar que, ao menos nesse aspecto, a crise ainda não chegou.

Uma resposta para “Os jornais em papel respiram nos EUA

  1. O Estadão de hoje publica que o NYT vai vender o edifício-sede, e que o LA-Time/Chicago Tribune vai pedir falência. Qual será o próximo?

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s