O conteúdo feito pelo usuário que os chineses gostam

Não há democracia na China, isso é fato.

E é engraçado como os meios de comunicação conseguem provar isso de forma cabal.

Quando o executivo Wei Wenhua foi brutalmente espancado e morto após filmar um confronto entre policiais e pessoas que protestavam contra a legalização de um depósito de lixo, a imprensa local passou batida. Nas horas vagas, Wei era blogueiro e “jornalista cidadão”, mas sua atividade era considerada “nociva” ao país.

Pois bem: hoje o “Diário do Povo”, jornal oficial do país, conta a história do estudante Zhang Qi, que após o terremoto de 12 de maio postou na Web informações sobre uma área próxima a sua casa que poderia servir como heliponto para as equipes de resgate, já que as estradas que levavam à região de Wenchuan tinham sido todas destruídas _é aquela história de as redes sociais funcionarem na hora da desgraça.

O jornal diz que Zhang é o exemplo de como a Internet pode ser usada para a disseminação de informação e informa que o país, com seus 1,3 bilhão de habitantes, possui 221 milhões de usuários ativos na rede.

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