Faça o que eu digo, não o que eu faço

Tim O’Reilly, o cara que cunhou o termo web 2.0 e alardeou ao mundo as benesses da nova tecnologia para a comunicação interpessoal, foi pego com a boca na botija durante entrevista que realizou com Jonathan Schwartz, presidente da Microsystems.

Entusiasta do poder de convergência das ferramentas on-line, convidou a platéia a fazer perguntas ao entrevistado via Twitter _plataforma de microblogging mais usada no mundo.

Pois bem: Daniel Terdman nos conta que O’Reilly não checou seu celular (por onde entrariam as atualizações via Twitter) NENHUMA vez durante a entrevista. Logo, não fez nenhuma pergunta sugerida pela audiência.

Bem depois, Tim apareceu no Twitter com uma história que, se verdadeira, prova que ele nem sequer sabe usar o microblogging.

A saia-justa ocorreu no evento capitaneado anualmente por O’Reilly, a Web 2.0 Expo.

Sobre o profeta da web semântica e o Twitter quem tem coisas boas a dizer é o Francisco Madureira, do Clico, Logo Existo. Primeiro, que o termo web 2.0 é uma balela.

E segundo: que é para eu me acalmar com relação ao Twitter, a quem me derreti em elogios no episódio do abalo sísmico em São Paulo na terça-feira.

O debate, como sempre, engrandece.

3 Respostas para “Faça o que eu digo, não o que eu faço

  1. Pingback: O’Raios! Esse Twitter tá quebrado! « Clico, logo existo

  2. Pingback: Tim O’Reilly e sua falta de destreza « Webmanário

  3. Pingback: O pai da Web 2.0, agora, quer brincar de fazer livro sobre o Twitter | De Repente

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