A morte lenta de um jornal

A edição é sacana _mas a motivação, nobre: o diagramador Martin Gee saiu fotografando a redação do San Jose Mercury News após o fechamento, o que aumenta ainda mais a sensação de terra arrasada.

Digo aumenta porque o jornal tem cortado sistematicamente empregos. No mês passado, o passaralho mandou 50 jornalistas para o olho da rua (mas proporcionou imagens belíssimas, como a da sala, hoje vazia, da ex-editora de Negócios Rebecca Salner).

Veja o ensaio completo de Gee. Completo não porque, como ele próprio diz, “mais demissões e fotos virão”.

Em tempo: o Mercury News é o jornal que abrigou como colunista de tecnologia, por 12 anos, Dan Gillmor, o homem que teorizou o avanço da ex-audiência e o jornalismo participativo _tudo bem, um ano depois de Chris Willis e Shayne Bowman, que não ficaram famosos…

 

4 Respostas para “A morte lenta de um jornal

  1. Isso me faz lembrar a redação de um certo jornal online na Barão de Limeira, nos anos da baixa da bolha… ahhahah Lembra das cadeiras, jornais jogados e daquelas lindas persianas quebradas? =)

  2. Acho que deve haver alguma coisa errada, talvez o jornal não está sendo atrativo ou foi passado para tras pelo concorrente, enfim, deve ser algum problema a ser solucionado. Mas é triste ver uma mídia acabar.

  3. Hahahah, Madu, não só o on-line nem só naquela época. Hoje, o banheiro do jornalão fede, as persianas seguem quebradas, o ambiente é fétido. Ultrajante.

  4. Michelle,

    acabar mesmo acho que não acaba. Mas todo mundo que deita na fama paga o preço um dia.

    bjs

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