O jornal-papel não acaba, mas pode acabar…

O Editor’s Weblog colocou no ar mais um entrevista com jornalistões analisando o presente e o futuro das edições em papel.

Jonathan Landman, do The New York Times, foi confrontado logo de cara com previsão feita no Fórum Econômico Mundial, em Davos, sobre o fim do jornal-papel em 2013 _mais sombria que a do professor Philip Meyer, que enxerga o crepúsculo das edições forro de gaiola apenas em 2043.

“Duvido. Grandes jornais têm leitores fiéis que gostam de sentir a experiência de ler um jornal”, afirmou ele. E eu assino embaixo. Essa coisa catastrofista de “vai acabar” já deu errado três mídias atrás.

Agora, o Landman diz que o papel pode, sim, ir pro vinagre no dia em que “um substituto eletrônico combine a portabilidade e facilidade de leitura com conectividade e elementos multimídia” numa data em que ele não sabe precisar.

Portabilidade, facilidade de leitura, conectividade e multimídia são, todos, elementos já presentes na web atual. E um dispositivo como o papel eletrônico está em vias de ser produzido em grande escala.

Xiii, então o jornal impresso vai acabar?

Uma resposta para “O jornal-papel não acaba, mas pode acabar…

  1. Pingback: A vigília da morte dos jornais « Webmanário

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