Enquanto o jornal impresso não acaba…

A apocalíptica previsão do professor Philip Meyer de que a última edição de um jornal impresso irá às ruas no primeiro trimestre de 2043 fica martelando na cabeça daqueles que, como eu, têm bastante tinta correndo nas veias.

Meyer é um cara que entende das coisas (seu livro, traduzido no Brasil para “Os Jornais podem desaparecer?“, deixa isso claro), mas este tipo de previsão costuma ser chute tipo o pênalti do Baggio na final da Copa de 94. No caso de Meyer, hoje aos 78 anos, é até confortável, porque ele não estará aqui para ver.

O declínio do jornal imprenso, porém, é flagrante. Desde 1984 ele vem perdendo leitores e vê dizimado seu poder de angariar anunciantes.

Por isso que trabalhos como os mostrados agora no blog espanhol La Buena Prensa são bacanas. Ali, valorizam-se soluções espertas de diagramação, a grande companheira do conteúdo, da clareza e do leitor, claro.

Uma página como a abaixo mostra que tem coisas que só o jornalismo impresso pode fazer por você.

 

Página especial do El Correo

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