A febre do Twitter

Existe uma febre do uso do Twitter com fins jornalísticos rolando na rede. Paul Bradshaw, professor de on-line, é dos mais fervorosos defensores da utilização da ferramenta de microblogging para reportar fatos. Ele é monolítico, só fala nisso. António Granado, jornalista português, também é fã incondicional.

O serviço nasceu basicamente com a intenção de fazer você responder à pergunta “o que eu estou fazendo agora?” via web ou torpedos de celular (o que torna o negócio ainda mais ágil).

Como tudo que é criado na web, não importa a função que seu inventor diz que ele tem, mas sim aquela que você descobrirá que ele poderá ter. Grandes grupos de mídia sacaram, logo de cara, que o Twitter é um ótimo veículo para despachar breaking news, por exemplo. E estão todos lá.

No Brasil, como sempre, a coisa anda mais devagar. Se você ainda não sabe o que é Twitter, dá uma olhada no vídeo que Tiago Dória descolou. Ele, blogueiro de primeira hora, aliás, é uma ótima fonte para acompanhar a evolução dessa febre.

Outro cara que tentou decifrar a coisa foi Pedro Menezes. Elementar porém correto.

Voltaremos em breve ao assunto, porque Twitter e jornalismo no celular (um dos nossos temas de aula no próximo bimestre) têm tudo a ver.

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