Arquivo do mês: março 2008

Um CPF e um e-mail pra chamar de seu

Nestes tempos em que os sites nos vigiam solicitando dados pessoais para permitir coisas simples como comentários em suas matérias, duas ferramentas bem úteis são um gerador de cpf e um e-mail temporário.

Por favor, né?! Se não se trata de uma relação comercial ou que abranja direitos/deveres de cidadão (os cadastros em sites de notícias não se enquadram nessas categorias), jamais entregue informações pessoais à menor solicitação na web.

Os geradores de CPF não criam, evidentemente, documentos falsos. Apenas números com seqüências lógicas capazes de dialogar com os programas-robô que gerenciam cadastros automatizados na rede.

O e-mail temporário é uma boa opção para se usar em sistemas que, imediatamente após a inscrição, encaminham links de confirmação do cadastro. Importante: anotar o e-mail descartável, pois em geral ele passa a ser seu nome de usuário (ou login, ou ainda logon) no site onde você o usou para se cadastrar.

Ambos podem _e devem_ ser usados para driblar invasão de privacidade, trânsito perigoso de dados pessoais na rede e agilizar o acesso a conteúdos protegidos.

A guerra da informação

Comercial divertidíssimo da edição dominical do jornal britânico The Mail. Aliás, publicidade velha (de setembro do ano passado) que fez um baita sucesso exibida em trailer nos cinemas e ganhou um premiozinho agora. A peça promove as duas revistas que acompanham o produto principal, uma para mulheres, outra para homens.

O filminho é, sem sombra de dúvida, disparado melhor que o jornal e que as revistas…

Mas a publicação tem história: seu primeiro número é de 1896.

Edição II – Segunda aula

Nesta sexta (7/3), os alunos do curso de Edição II do Unifai vão discutir, com o professor Alec Duarte, as etapas de construção da notícia e a obediência dos jornalistas à linha editorial das publicações para as quais trabalham, etapa fundamental do processo de edição e que ajuda a entender parte importante de seu funcionamento.

As tarefas para o segundo tempo (navegação no laboratório) são:

1. Comentar uma notícia num site informativo (UOL, Terra, IG, G1, Estadão ou Folha);

2. Seguir navegando e se ambientando ao Wikinotícias (para quem não criou o usuário, providenciar) e partir para o aprofundamento dos manuais do site colaborativo:

Como escrever uma notícia
Guia de estilo
Guia de edição
Guia de conteúdo
O que o Wikinotícias NÃO é

Agilizem a leitura do texto A dupla falta do editor de jornal, das professoras Beatriz Marocco e Christa Berger, que será o tema da aula de 14/3 e do trabalho do bimestre.

Relembrando: uma boa sugestão de leitura para o semestre é o livro Jornalismo 2.0, de Mark Briggs. O livro é um manual auto-explicativo sobre programas, produtos e macetes para praticar jornalismo de forma ágil na Internet levando-se em conta as novas atribuições exigidas pela mídia.

Breaking news!!!

Extra, Extra! Surgiu uma revolução tecnológica que pode mudar o mundo. Como se fala por aí, “deu no plantão da TV”: 

Veja (em inglês)

 (o trecho do vídeo é uma reportagem da rede CBC anunciando… a Internet. Reparem na pompa do apresentador e a produção bem anos 80 _a matéria é de 1985).

A notícia é terem filmado…

Ok, todo mundo chocado ao ver a dificuldade do avião tentando pousar na Alemanha. Mas a novidade é que filmaram… veja uma seleção de chegadas atribuladas abaixo. E procure outras, há centenas…

O Bem-amado

As eleições para a presidência da Rússia serão neste domingo. O candidato do cara aí de baixo é Dimitri Medvedev. O Partido Comunista, oposição no país, denuncia armação. Existe um quê de Sucupira.

Google não é Bombril

Inspirado por uma conversa com o grande Leopoldo Godoy, surgiu uma idéia que, mesmo incipiente, sem saber passa por minha cabeça há meses: a inaceitável dominação do Google entre as ferramentas de busca (e são milhares) existentes na Internet.

Como brinquei no título acima, Google não é Bombril, não é sinônimo de buscador. É muito preguiçoso (para não dizer ignorante) se apegar a uma única máquina de busca. Trata-se de um monopólio inaceitável num universo tão amplo como a web.

Como já dizia o ótimo e verborrágico Andrew Keen, nós, os usuários, estamos inconscientemente trabalhando _ e de graça_ para que as ações da empresa de Larry Page e Sergey Brin ultrapassem a estratosfera.

Tratei de, utilizando o valoroso Quintura, encontrar máquinas de busca diferentes para inspirá-los. São zilhões, claro. Cito, só para não ficar muito chato, Yahoo, Alltheweb e Metacrawler.

Achem outros. Comece assim: um dia sem Google. Depois dois. Depois três. Uma semana. Não existe só o Google. Não dá pra ser assim, a vida na Internet não permite.