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JFK morreu


Walter Cronkite e uma transmissão caótica, o dia do assassinato de Kennedy no Texas.

Um clássico.

O futuro da TV em debate

Faz tempo que estamos tentando encontrar uma nova linguagem para o vídeo na web, mas a TV também passa por esse drama.

Abaixo, Brian Solis conversa com Jim Louderback sobre a necessidade de se construir comunidades em torno do conteúdo (é uma máxima que vale para tudo, do texto à infografia).

A imagem em movimento vive um momento que Louderback chama de “terceira revisão”. A primeira foram as grandes redes de TV, a segunda, a TV fechada. Agora, chegamos à convergência e à necessidade de interagir com o até então mero espectador.

O que o Google faria?

O que o Google faria, Jeff Jarvis (autor de um livro com esse nome)?

Produzir um vídeo mostrando como é sua gestão de armazenamento de dados _com pessoas comuns, vigilantes comuns e prédios comuns.

Para ganhar o possível anunciante/investidor que ainda tenha medo do on-line, um espaço que, convenhamos, é exatamente o mesmo do off-line, absolutamente incorporado ao dia a dia.

Voltando a Jarvis e seu livro: há um erro crasso no primeiro período do texto (“Parece que nenhuma empresa, executivo ou instituição realmente entendeu como sobreviver e prosperar na era da internet. A exceção é o Google”).

Um exagero acima de qualquer patamar. O livro é bem honesto, mas um começo desses depõe contra qualquer iniciativa.

Nos tempos em que o Google era um jornal impresso…


Se é que existe alguém no mundo que não tenha feito uma busca no Google ontem, deixo registrado o vídeo no “doodle” (o cabeçalho da minimalista _e por isso bem-sucedida_ ferramenta de busca) que celebrou o 122º aniversário de Charles Chaplin, no sábado.

Claro que o jornal impresso chamado Google foi o momento que mais gostei…

Mais um vídeo com cara de novos tempos

Faz tempo que teço loas a bons exemplos de novas narrativas jornalísticas, ao mesmo em que me preocupa tanto quanto a você de que forma vamos fazer jornalismo em vídeo _em dispositivos móveis ou na web.

Nem aprendemos como fazer na web, aliás, e já nos deparamos com vários outros desafios…

O atropelamento de um grupo de ciclistas na noite passada, em Porto Alegre, foi registrada pelo CicloDocs (um canal no YouTube) com uma edição nervosa, excelente, adequada.

É um bom complemento para um texto que já conta muito, como o da Zero Hora.

Exemplifica bem o que eu defendo como o caminho do vídeo jornalístico em plataformas multimídia (Notebook, PC, Mac, celular, iPad etc).

Se queremos integração papel/on-line, a produção em vídeo tem de seguir esse caminho no dia a dia _claro que conteúdos especiais, resolvidos unicamente em vídeo, podem ter tratamento de matéria de TV. Mas sou xiita: acho fora de lugar.

24 horas nas redes sociais

Videozinho de agência americana com algumas estimativas interessantes, ainda que sem referências. Por elas, o Facebook ganha 700 mil usuários novos por dia, enquanto o Twitter aumenta sua base em 300 mil no mesmo período.

Para nosso conhecimento.

O primeiro grande vazamento do WikiLeaks

A divulgação de mais de 250 mil correspondências entre embaixadas americanas no mundo todo e o Pentágono ainda vai ocupar as páginas dos jornais por um bom tempo _nem 10% desse conteúdo foi revelado até agora.

No Brasil, quem publica os papéis vazados pela ONG WikiLeaks é o jornal “Folha de S.Paulo“.

Bom momento para relembrar o primeiro grande vazamento (no jargão jornalístico, conteúdo passado de forma anônima pela fonte) ao projeto de Julian Assange.

O vídeo é inesquecível: uma desastrada incursão de duas patrulhas aéreas das Forças Armadas Americanas que culminaram com a morte de vários civis em Bagdá no dia 12 de julho de 2007.

A imagem que abre este post é o momento do ataque que matou dois cinegrafistas da agência de notícias Reuters. Os diálogos dos pilotos americanos beiram o patético: eles confundiram as câmeras com armas pesadas.

Foi o que tornou o WikiLeaks famoso, em 18 de abril de 2010 _quando o site completou quatro anos no ar.

Apocalipse jornalístico

Baita animação da The Economist feita no auge da crise financeira, meados de 2008. Pegada jornalística e tudo.

É a descrição do fim do mundo tendo o jornal impresso como metáfora.

Simplesmente sensacional.

(Via @contrafactos)

Jornalismo visual: os segredos do NYT

Qual o segredo do New York Times para conceber algumas das peças de informação visual mais bem-sucedidas (ou seja, funcionais) da web global?

É o que conta o editor Steve Duenes neste vídeo, com direito a muito making of recapitulando o ponto alto da produção do jornalão (que acredita que a plataforma on-line será sua mais importante fonte de renda em dez anos).

Filme de 1982 sugere ‘inovações’ ao jornalismo de hoje

Koyaanisqatsi, filme de 1982, é uma lição de colagem de imagens e edição de trilha sonora.

Muita coisa a se aproveitar no jornalismo, mas especialmente a câmera fixa, conceito antigo que consiste em monitorar por várias horas determinado lugar com a intenção de exibir transformações.

Insisto nisso como algo supermoderno.