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Internet, o meio que mais cresce

A internet é o meio que mais viu crescer o faturamento publicitário no primeiro semestre deste ano, alcançando 5,5% de todas as receitas da mídia na rubrica.

Mídia exterior e TV por assinatura aparecem logo depois.

JFK morreu


Walter Cronkite e uma transmissão caótica, o dia do assassinato de Kennedy no Texas.

Um clássico.

O futuro da TV em debate

Faz tempo que estamos tentando encontrar uma nova linguagem para o vídeo na web, mas a TV também passa por esse drama.

Abaixo, Brian Solis conversa com Jim Louderback sobre a necessidade de se construir comunidades em torno do conteúdo (é uma máxima que vale para tudo, do texto à infografia).

A imagem em movimento vive um momento que Louderback chama de “terceira revisão”. A primeira foram as grandes redes de TV, a segunda, a TV fechada. Agora, chegamos à convergência e à necessidade de interagir com o até então mero espectador.

Saiu a nova edição da revista Fronteiras

Há alguns vícios, como o uso de “camponês” no artigo “A influência da televisão no desenvolvimento regional da zona rural no município de Palmas (TO)”.

Mas um novo número da revista Fronteiras (publicada pelo Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação da Unisinos-RS) já está no ar.

É sempre uma boa leitura.

Você quer trabalhar no Facebook?

Dez entre dez jovens americanos querem. No mundo, idem.

A MTV produziu uma série mostrando quem está por trás da maior invenção de Mark Zuckerberg, revelando, claro, alguns detalhes de como é trabalhar na “Rede Social”.

E, mais claro ainda, dicas para conseguir isso.

O Braimstorm9, como de hábito, viu primeiro.

Mais um vídeo com cara de novos tempos

Faz tempo que teço loas a bons exemplos de novas narrativas jornalísticas, ao mesmo em que me preocupa tanto quanto a você de que forma vamos fazer jornalismo em vídeo _em dispositivos móveis ou na web.

Nem aprendemos como fazer na web, aliás, e já nos deparamos com vários outros desafios…

O atropelamento de um grupo de ciclistas na noite passada, em Porto Alegre, foi registrada pelo CicloDocs (um canal no YouTube) com uma edição nervosa, excelente, adequada.

É um bom complemento para um texto que já conta muito, como o da Zero Hora.

Exemplifica bem o que eu defendo como o caminho do vídeo jornalístico em plataformas multimídia (Notebook, PC, Mac, celular, iPad etc).

Se queremos integração papel/on-line, a produção em vídeo tem de seguir esse caminho no dia a dia _claro que conteúdos especiais, resolvidos unicamente em vídeo, podem ter tratamento de matéria de TV. Mas sou xiita: acho fora de lugar.

Com pensata sobre evangélicos, revista da Uerj está no ar

Saiu a Edição 16 (Vol.8) da revista Contemporânea, produto on-line do grupo de pesquisa Comunicação, Arte e Cidade da Faculdade de Comunicação Social da UERJ.

Neste número, o dossiê Comunicação e Linguagens Audiovisuais (em PDF).

Curti “O telejornalismo na construção da identidade social: os evangélicos em série especial do Jornal Nacional”, de Hideide Brito Torres e Iluska Coutinho. Sempre bom a academia se debruçar sobre o trabalho jornalístico profissional. Ajuda ambos os lados.

A reportagem de Flávio Fachel que o Jornal Nacional mostrou em 2009, se por um acaso você não viu ou não se lembra (eu não tinha visto).

A tempo, é o mote para a análise acadêmica.

Agnóstico, estudei no Colégio Batista Brasileiro em São Paulo.

Curioso ver essa doutrina retratada pelo jornalismo anos depois _e legal ver que ela mantém a ligação com a música, que marcou minha formação.

Canibalismo nos Andes: o furo do El Mercurio em 1972

Há uma dica interessantíssima de que havia algo perturbador na história dos 16 sobreviventes dos Andes _os uruguaios que passaram 72 dias perdidos no meio da neve e tiveram de redefinir seus padrões após um acidente com o avião que os levaria de Montevidéu a Santiago.

Os dois primeiros resgatados, Roberto Canessa e Fernando Parrado, gaguejaram na primeira entrevista quando o repórter da TV chilena pergunta como foi possível sobreviver tanto tempo sem comida. Parrado diz claramente “disso não se fala”, com o que Canessa assentiu _e deu uma resposta genérica. Era o dia 20 de dezembro de 1972.

Seis dias depois, o jornal chileno El Mercurio deu o furaço: os sobreviventes dos Andes não eram tão dignos assim, eles tinham se alimentado de restos dos mortos no acidente.

No dia 28, numa entrevista coletiva, houve a admissão de canibalismo. Entre o choque e o aplauso.

A tecnologia de ponta em 1995

“O Windows 95 chega para revolucionar. Adeus à tradicional espera para acessar os programas. Você pode trabalhar na mesma tela com quatro programas de uma só vez”.

É Cesar Tralli, num Jornal Nacional de 1995, falando sobre as maravilhas da tecnologia de ponta da época.

A ressurreição da TV

Saiu o Global Media Habits versão 2010, um estudo coordenado por Greg Lindsay que a cada ano tem se mostrado mais útil para ajudar a compreender alguns fenômenos da tecnologia e da comunicação.

Por exemplo, a pesquisa mostra que o planeta está comprando aparelhos de TV como nunca e assistindo mais à programação que eles oferecem _a média mundial é de três horas e 12 minutos.

Ou seja: mesmo com a internet, estamos vendo mais TV, como comentei nesta semana em podcast na Folha (o áudio começa com um comentário sobre a estranha relação entre WikiLeaks e Twitter).

Ainda sugiro mais, mas faltam dados para atestar: que a web está ajudando decisivamente a TV a recuperar audiência e  prestígio.

Futebol, reality shows e novelas são os programas mais atraentes para os telespectadores, uma coincidência com a internet, onde estes assuntos capitaneiam o interesse do internauta.

Esse buzz se reflete nas redes sociais, lugar em que cada vez mais as pessoas falam do que estão vendo no sofá da sala.

A pesquisa aponta ainda a incrível expansão dos dispositivos móveis (no Brasil, 32% da população tem PC, enquanto 86% possui um celular).

O estudo completo custa US$ 249.