O furo da Rolling Stone com o tresloucado (e agora demitido) general McChrystal exibiu claramente mais uma faceta nefasta da proteção de conteúdo considerado “exclusivo do papel”.
Na terça passada, quando a revista foi às bancas, o único lugar do mundo em que não se podia ler a notícia era o site da Rolling Stone _evidente que todos os outros veículos fizeram corretamente a lição de casa e replicaram seu explosivo teor (detalhe para Time e Politico, antípodas cronológicos da mídia, mas que agiram da mesma forma e publicaram não apenas a notícia, mas o PDF do furaço da RS).
A situação gerou uma discussão sobre roubo de conteúdo na web que meu mestre António Granado analisa, como sempre, de forma sucinta e clara.
Guardar o melhor para o papel, enquanto toda sua concorrência repercute o que você escreveu, tem um só nome: burrice.
O teaser qualificado (ou seja, com vídeos, áudios e mais o que couber na web) é o elo.