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Qual a definição de mídia social?

Sistemas digitais que permitem às pessoas, identificadas em perfis, compartilhar informação.

É esta a definição de mídia social que a professora Mindy McAdams detalha num post bastante interessante de seu obrigatório Teaching Online Journalism.

A rede social matou o flâneur on-line, diz Morozov

Muito boa a analogia de Evgeny Morozov no caderno Link, de O Estado de S.Paulo, de hoje: a forma como a internet está estruturada neste momento (a entronização da mídia social) matou o flâneur on-line, ou seja, aquele que surfava (lembra do termo?) pela rede em busca de lugares fantásticos.

É como ocorreu com Paris, cujas mudanças urbanísticas no século 19 mataram o flâneur que caminhava pela cidade, formada por estreitas ruas medievais que deram lugar a largas avenidas e grandes praças.

Morozov, diga-se, é odiado pelos libertários da web pelo livro A desilusão da rede: o lado obscuro da liberdade on-line, que tem como único pecado o pessimismo em excesso.

As marcas estão desvalorizando as redes sociais

Quanto vale um follower ou um like? Muito mas, em várias vezes, nada.

Excelente texto de Alexis Dormandy para o The Telegraph com uma conclusão: as marcas, com sua busca por uma única métrica (a quantidade de gente associada a suas páginas) estão desvalorizando as redes sociais.

Ensaio sobre o monitoramento de mídias sociais

O e-book “Para Entender o Monitoramento de Mídias Sociais” acaba de ser publicado na rede.

Organizado pelo pesquisador Tarcízio Silva, reúne o trabalho de 25 colegas que têm discutido o avanço da mídia social no dia a dia de empresas e cidadãos.

Quando notícias velhas ressuscitam – e um antídoto para isso

O relato de que as notícias mais lidas no jornalão inglês The Independent tinham mais de dez anos – fato que ocorreu outro dia e se repetiu com o El Pais, agora – exibe mais do que o poder viral do Facebook e sua nova função de compartilhar o que está lendo com seus contatos.

É fato que a maioria das pessoas simplesmente não consegue se dar conta se uma notícia é nova ou velha. Nem mesmo quando a data da publicação dos textos está lá, escancarada, consegue-se livrar da ressurreição viral de notícias que deixaram de sê-lo por conta do excesso de mofo.

Neste aspecto, o G1 (portal de notícias mais acessado do país) tem um antídoto que ajuda a prevenir essas ondas de má informação: o site não atualizou os templates de suas páginas anteriores ao atual projeto gráfico, de 2011.

Portanto, se deparar com uma notícia antiga é, antes de tudo, uma experiência visual que, no mínimo, provoca algum tipo de estranhamento (como este aqui, por exemplo).

Ótima ideia.

Cuba avança sobre as redes sociais

O semifechado regime cubano prepara uma incursão particular às redes sociais com a criação de um site próprio, o Redsocial.

O país ainda sofre com a conexão deficiente à internet – o que é bastante conveniente para os detentores do poder na ilha.

Redes sociais passam por teste de usabilidade

O Mashable submeteu 12 redes sociais a um teste de usabilidade para descobrir “o caminho do olho”, ou seja, de que forma captamos visualmente as informações dispostas em nossa tela.

Em boa medida, prevalece o padrão F detectado por Jakob Nielsen no final da década de 90, mas não deixa de ser interessante observar as diferenças de impacto visual entre um site e outro.

Driblar a usabilidade pode ser catastrófico do ponto de vista comunicativo (e de audiência), mas há uma margem de manobra em que alguns ajustes são muito benvindos.

Quem disse que o Google+ é uma rede social?

O Google+ não é uma rede social. Quem garante é… o Google!

“Para nós, é uma plataforma que permite levar elementos sociais diretamente a serviços e produtos que a gente oferece”, afirmou Nikesh Arora, executivo-sênio da empresa, ao britânico Daily Telegraph.

è evidente o esforço do Google em fazer crer que não está competindo por atenção com o Facebook…

A nova definição de jornalista

Escreve Paulo Querido: “O jornalista é um leitor pré-disposto a pagar para ler as notícias do dia”.

Para refletir.

Pela primeira vez, Facebook supera Orkut em buscas no Google no Brasil

Muito interessante: o Facebook superou o Orkut, em alguns dias de outubro, como o termo de pesquisa mais comum no Google.

É a primeira vez que isso acontece _exatamente no momento em que o site de Mark Zuckerberg caminha para consolidar sua inevitável virada sobre a rede social que (ainda) só resiste no Brasil.

Após tomar a dianteira numa das métricas (o número de usuários únicos), o Facebook (atualmente com quase 31 milhões de contas de brasileiros) está a um passo de superar os 35 milhões de conterrâneos que confiaram sua vida particular ao invento do turco Orkut Büyükkökten.

Em tempo médio de uso, principal moeda de troca da web hoje, essa virada já aconteceu há muito tempo _aliás, é o dado mais extraordinário sobre o FB: a quantidade de tempo que as pessoas passam dentro dele (na verdade, já se tornou uma página que fica aberta para sempre numa de suas abas de navegação).

O dado inicial deste texto revela outra coisa interessante sobre os hábitos de navegação dos usuários brasileiros: o desconhecimento de algumas funcionalidades dos browsers, como a possibilidade de colecionar URLs frequentemente visitadas.

Mas isso é tema para outro post.