A página Storytellers no Facebook reúne gente que trabalha com vídeo e está disposta a trocar experiências sobre novas (e velhas) narrativas.
Fica a dica.
A página Storytellers no Facebook reúne gente que trabalha com vídeo e está disposta a trocar experiências sobre novas (e velhas) narrativas.
Fica a dica.
Publicado em Blogando, jornalismo visual
Com a tag debate, experiência, facebook, novas narrativas jornalísticas
Ainda não se sabe exatamente o que podemos fazer com a realidade aumentada no jornalismo. Mas é bom irmos pensando com urgência, porque trata-se de uma boa possibilidade, como mostra o exemplo abaixo _uma ação da National Geographic na Hungria.
Live Augmented Reality for National Geographic Channel / UPC from Appshaker Ltd on Vimeo.
Publicado em Blogando
Com a tag National Geographic, novas narrativas jornalísticas, realidade aumentada
Um dos maiores expoentes do jornalismo em quadrinhos, o maltês Joe Sacco esteve em São Paulo e falou um pouco sobre seu processo de criação.
Como, por exemplo, fotografar as locações que, depois, se transformarão em HQ.
Publicado em jornalismo visual
Com a tag HQ, Joe Sacco, novas narrativas jornalísticas, novas narrativas na web, quadrinhos
Gostar de escrever é suficiente para querer ser jornalista?
É o que discute Gary Moskowitz neste interessante artigo.
A conclusão, minha e dele, é que não basta gostar, é preciso saber.
Ainda que, no caso do jornalismo on-line, o texto não seja exatamente uma prioridade para quem pretende explorar o potencial das novas narrativas (como Moskowitz explica no artigo).
Publicado em Vida de jornalista
Com a tag artigo, Edição, escrever, Gary Moskowitz, jornalismo on-line, novas narrativas jornalísticas, texto
James Breiner faz uma oportuna, relevante (e longa) pensata sobre as novas narrativas jornalísticas na web.
Algumas considerações são básicas, como a facilidade que narrativas não lineares introduzem à leitura on-line _o que significa que fugir da ditadura do texto não é apenas uma decisão jornalística, mas também de usabilidade.
O principal do texto, pra mim, é o realce a uma opção básica: escolher o formato adequado para o veículo certo. Não somos todos obrigados a adotar todas as novidades do novo mundo na rede, mas conhecê-los e aplicá-los onde de direito, isso sim, é nosso dever.
Debater as novas expressões comunicativas da TV é o objetivo do mais novo número da revista Comunicar, que já está disponível on-line.
Bom proveito.
Publicado em Mural
Com a tag artigos, Comunicar, expressão, leituras sugeridas, novas narrativas jornalísticas, revista
Faz tempo que teço loas a bons exemplos de novas narrativas jornalísticas, ao mesmo em que me preocupa tanto quanto a você de que forma vamos fazer jornalismo em vídeo _em dispositivos móveis ou na web.
Nem aprendemos como fazer na web, aliás, e já nos deparamos com vários outros desafios…
O atropelamento de um grupo de ciclistas na noite passada, em Porto Alegre, foi registrada pelo CicloDocs (um canal no YouTube) com uma edição nervosa, excelente, adequada.
É um bom complemento para um texto que já conta muito, como o da Zero Hora.
Exemplifica bem o que eu defendo como o caminho do vídeo jornalístico em plataformas multimídia (Notebook, PC, Mac, celular, iPad etc).
Se queremos integração papel/on-line, a produção em vídeo tem de seguir esse caminho no dia a dia _claro que conteúdos especiais, resolvidos unicamente em vídeo, podem ter tratamento de matéria de TV. Mas sou xiita: acho fora de lugar.
Publicado em Sobrevivência na Rede
Com a tag acidente, atropelamento, ciclistas, complemento, digital, integração, jornalismo on-line, multimídia, novas narrativas jornalísticas, Porto Alegre, reportagem, TV, vídeo, web
Em dezembro falei do trabalho de Bill Rankin, que em 2009 concebeu um infográfico dimensionando a distribuição das etnias na Chicago de 2000.
O NYT fez melhor agora, expandindo a visualização para cada canto do país com dados mais recentes.
Estou me divertindo comparando as duas Chicagos…
Publicado em jornalismo visual
Com a tag André Deak, Bill Rankin, Chicago, etnia, infografia, infográfico, infográficos, jornalismo digital, novas narrativas jornalísticas, NYT, on-line, the new york times
A “ambulanciaterapia”, aquela prática de transferir pacientes de cidades do interior para hospitais nas capitais, consolida a vocação do Jornal do Commercio, de Recife, para a webrreportagem com “A Viagem de Joanda“.
Conteúdo que vale a pena explorar feito por gente que, em outra oportunidade, já tinha recorrido a conceitos de HQ e fotonovela para contar uma história.
Estou gostando de ver.
É impressionante, mas quanto mais fuço textos antigos sobre o jornalismo na internet, percebo o quanto os problemas persistem.
É assim com o clássico “A fundamental way newspaper sites need to change”, de Adrian Holovaty, redigido em setembro de 2006 e que apontava um erro crasso nas versões eletrônicas dos jornais impressos na web: ela, a mera transposição do conteúdo (o modo de contar as coisas levando-se em conta a unidimensão do meio papel, ou em português mais claro, a dificuldade de se libertar da ditadura do texto).
Desconte-se aí a longa folha de serviços prestados de Holovaty ao data journalism, ou uso de dados na profissão, que ele exacerba no texto.
Meu ponto coincide com o dele ao analisar a monocordia generalizada, que sempre desconsidera a melhor maneira de se contar uma história em detrimento do texto pura e simplesmente.
Evidente que o mashup de dados não é o único caminho, mas um deles. Assim como explorar melhor as potencialidades do meio em que, hoje, rastejamos.
Está tudo dentro da nossa cabeça: enquanto não pensarmos outras formas de contar histórias, ficaremos presos ao formato texto-lide.
Publicado em Sobrevivência na Rede
Com a tag Adrian Holovaty, jornalismo impresso, jornalismo on-line, novas narrativas jornalísticas, papel, plataforma, transposição