Sistemas digitais que permitem às pessoas, identificadas em perfis, compartilhar informação.
É esta a definição de mídia social que a professora Mindy McAdams detalha num post bastante interessante de seu obrigatório Teaching Online Journalism.
Sistemas digitais que permitem às pessoas, identificadas em perfis, compartilhar informação.
É esta a definição de mídia social que a professora Mindy McAdams detalha num post bastante interessante de seu obrigatório Teaching Online Journalism.
Publicado em Sobrevivência na Rede
Com a tag definição, mídia social, mindy mcadams, redes sociais, Teaching Online Journalism
Não é só o Facebook: o Linkedin, primeiro site de rede social a abrir seu capital na bolsa de valores, também oferece videogames e jogos de mesa a seus funcionários.
Nunca é demais dizer que o Google, precursor desse ambiente lúdico, tem reduzido paulatinamente esse tipo de espaço em suas instalações globais.
(A dica é do Clases de Periodismo).
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Com a tag escritório, facebook, google, instalações, Linkedin, mídia social, rede social
O furor do Pinterest continua: a rede social de compartilhamento de imagens e links já está influenciando no design de publicações em linha.
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Com a tag design, mídia social, on-line, Pinterest, rede social
Muito boa a analogia de Evgeny Morozov no caderno Link, de O Estado de S.Paulo, de hoje: a forma como a internet está estruturada neste momento (a entronização da mídia social) matou o flâneur on-line, ou seja, aquele que surfava (lembra do termo?) pela rede em busca de lugares fantásticos.
É como ocorreu com Paris, cujas mudanças urbanísticas no século 19 mataram o flâneur que caminhava pela cidade, formada por estreitas ruas medievais que deram lugar a largas avenidas e grandes praças.
Morozov, diga-se, é odiado pelos libertários da web pelo livro A desilusão da rede: o lado obscuro da liberdade on-line, que tem como único pecado o pessimismo em excesso.
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Com a tag Evgeny Morozov, flâneur, mídia social, redes sociais
Inspirado naqueles antigos quadros de cortiça onde pregávamos fotos (quem é mais novo se lembra disso, meu deus?), o Pinterest é mais uma rede social surgindo no cenário – seu número de usuários já cresceu 145% em 2012.
Aparentemente, é um ambiente mais feminino, embora não hajam números que sustentem essa percepção.
A propósito, o jornalismo já está lá (casos do New York Times e do The Guardian, para ficar apenas em dois exemplos).
E o babado forte é que um tal Mark Zuckerberg criou um perfil por lá – ainda que não se ateste que se trata do verdadeiro Mark.
Outros dados, via Mashable, estão no infográfico abaixo.
Publicado em Sobrevivência na Rede
Com a tag dados, infografia, infográfico, mídia social, números, Pinterest, rede social
Interessante o ponto da The Economist, que alçou a abertura de capital do Facebook a capa da edição desta semana e, numa boa análise (tirando o nariz de cera), apresentou o xis do problema.
Assim como Microsoft, nos primórdios da era da internet, e Google, agora, a publicação lembra que é inevitável que o negócio de Mark Zuckeberg seja alvo de questionamentos judiciais por conta de questões relacionadas a privacidade (o que os anunciantes do site fazem com nossos dados mesmo?) e, especialmente, monopólio.
Com uma carteira de um bilhão de clientes, não fazer negócios com a rede social está se tornando impossível. E as autoridades antitruste americanas odeiam esse tipo de comerciante.
Assim, naturalmente a empresa sofrerá abalos (e talvez um redimensionamento forçado) a partir do momento em que ela passar a ser fustigada judicialmente como gente grande – que já é faz tempo.
Publicado em Sobrevivência na Rede
Com a tag ação, abertura de capital, facebook, IPO, Justiça, Mark Zuckerberg, mídia social, monopólio, privacidade, rede social, The Economist, Valor
O e-book “Para Entender o Monitoramento de Mídias Sociais” acaba de ser publicado na rede.
Organizado pelo pesquisador Tarcízio Silva, reúne o trabalho de 25 colegas que têm discutido o avanço da mídia social no dia a dia de empresas e cidadãos.
Publicado em Mural
Com a tag bibliografia, e-book, leituras sugeridas, livro, mídia social, Para Entender o Monitoramento de Mídias Sociai, redes sociais
O relato de que as notícias mais lidas no jornalão inglês The Independent tinham mais de dez anos – fato que ocorreu outro dia e se repetiu com o El Pais, agora – exibe mais do que o poder viral do Facebook e sua nova função de compartilhar o que está lendo com seus contatos.
É fato que a maioria das pessoas simplesmente não consegue se dar conta se uma notícia é nova ou velha. Nem mesmo quando a data da publicação dos textos está lá, escancarada, consegue-se livrar da ressurreição viral de notícias que deixaram de sê-lo por conta do excesso de mofo.
Neste aspecto, o G1 (portal de notícias mais acessado do país) tem um antídoto que ajuda a prevenir essas ondas de má informação: o site não atualizou os templates de suas páginas anteriores ao atual projeto gráfico, de 2011.
Portanto, se deparar com uma notícia antiga é, antes de tudo, uma experiência visual que, no mínimo, provoca algum tipo de estranhamento (como este aqui, por exemplo).
Ótima ideia.
Publicado em Sobrevivência na Rede
Com a tag compartilhar, design, facebook, G1, look and feel, mídia social, notícia velha, redes sociais, viral
O semifechado regime cubano prepara uma incursão particular às redes sociais com a criação de um site próprio, o Redsocial.
O país ainda sofre com a conexão deficiente à internet – o que é bastante conveniente para os detentores do poder na ilha.
O Mashable submeteu 12 redes sociais a um teste de usabilidade para descobrir “o caminho do olho”, ou seja, de que forma captamos visualmente as informações dispostas em nossa tela.
Em boa medida, prevalece o padrão F detectado por Jakob Nielsen no final da década de 90, mas não deixa de ser interessante observar as diferenças de impacto visual entre um site e outro.
Driblar a usabilidade pode ser catastrófico do ponto de vista comunicativo (e de audiência), mas há uma margem de manobra em que alguns ajustes são muito benvindos.
Publicado em jornalismo visual
Com a tag caminho do olho, jakob nielsen, Mashable, mídia social, Padrão F, redes sociais, teste, usabilidade