O e-book “Para Entender o Monitoramento de Mídias Sociais” acaba de ser publicado na rede.
Organizado pelo pesquisador Tarcízio Silva, reúne o trabalho de 25 colegas que têm discutido o avanço da mídia social no dia a dia de empresas e cidadãos.
O e-book “Para Entender o Monitoramento de Mídias Sociais” acaba de ser publicado na rede.
Organizado pelo pesquisador Tarcízio Silva, reúne o trabalho de 25 colegas que têm discutido o avanço da mídia social no dia a dia de empresas e cidadãos.
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Com a tag bibliografia, e-book, leituras sugeridas, livro, mídia social, Para Entender o Monitoramento de Mídias Sociai, redes sociais
O Columbia Journalism Review resenhou, a colega Dorrit Harazim repercutiu: o imperdível manual de redação redigido pelo próprio Kim Jong-il, o ditador da Coreia do Norte recém falecido.
“O grande guia dos jornalistas”, por sinal, está à venda na Amazon.
Só acredite lendo.
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Com a tag Amazon, comunismo, Coreia do Norte, ditadura, jornalismo, Kim Jong-il, livro, manual de redação, socialismo
O livro “Comunicação, Linguagem e Inovações Midiáticas”, organizado por Adriano Gomes e José Zilmar, já está disponível para download.
O e-book é da lavra da Base de Pesquisa Comunicação, Cultura e Mídia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte.
A abordagem vai do denso ao pop _há até artigo sobre o Big Brother Brasil.
A conferir.
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Com a tag comunicação, download, e-book, leituras sugeridas, Linguagem e Inovações Midiáticas, livro, UFRN
Mais um repositório que é interessante dar uma olhada: 30 livros de comunicação prontos para download, aproveite.
Robert Levine, ex-editor das revistas “Wired” e “Billboard”, é o novo integrante da cruzada contra o conteúdo “surrupiado” na internet.
Mas seu livro “Free Ride: How Digital Parasites are Destroying the Culture Business, and How the Culture Business Can Fight Back” traz uma contribuição de verdade ao debate.
Nele, Levine faz jornalismo e, em sua apuração, descobre que entidades incensadas como libertárias (caso do Creative Commons) são patrocinadas pela indústria de tecnologia _a principal interessada em compartilhar conteúdo sem desembolsar nada pelo direito autoral.
“Não sei se vender o conteúdo vai funcionar, mas sei que distribuí-lo de graça na internet não vai”, disse Levine em entrevista à Folha de S.Paulo.
O livro “A territorialidade e a dimensão participativa na ciberdemocracia”, de Marcia Carvalhal, já está disponível para download.
A obra introduz o conceito de ciberterritório “como sendo o produto das relações obtidas da hibridez dos espaços físicos e virtuais com interface das tecnologias digitais, que, ao propiciarem uma arquitetura de participação jamais vista em qualquer outra fase da história, podem estar permitindo o alargamento da participação democrática”.
Tudo bem, mas o espaço físico e virtual é absolutamente o mesmo. E (isso ainda carece de uma investigação científica mais aprofundada) participação democrática, positivamente, não é o que a vida conectada parece oferecer.
Ao contrário, a internet tem se revelado o palco da intolerância e da ausência de diversidade de opiniões. Quem se atreve a enfrentar isso é massacrado.
Além disso, os personagens na rede ainda são muito restritos (no Brasil, só 74 milhões acessam a rede).
Que democracia é essa?
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Uma boa novidade: o estudo mais importantes de Otto Groth sobre teorias do jornalismo foi traduzido para o português.
“O Poder Cultural Desconhecido: fundamentos da Ciência dos Jornais“, da Editora Vozes, tem tradução de Liriam Sponholz e prefácio de Eduardo Meditsch.
Trata-se da obra em que Groth (que trabalhou como redator e chegou a dirigir um jornal alemão) se debruçou até a morte, em 1965, e que oferece uma visão esclarecedora sobre o papel do jornalismo impresso.
Imperdível.
Professor da Universidade de Virginia, Siva Vaidhyanathan é autor de uma importante obra que aborda, sobre diversos aspectos, a monocultura do Google.
“A Googlelização de Tudo (e porque devemos nos preocupar)” basicamente acusa a empresa de Larry Page e Sergei Brin de tecnofundamentalismo _sempre será possível apresentar uma solução técnica para um problema da humanidade.
Vaidhyanathan não é xiita e, em diversos momentos, reconhece a excelência do Google e de vários de seus produtos.
Mas alerta que os controles de privacidade da empresa, apesar de personalizáveis, constituem uma amarra quase obrigatória: o serviço de busca funciona melhor para quem cede seus dados à companhia. Isso sim é grave.
Ontem, Mariano Amartino escreveu sobre a dominação do Google e decreta: hoje é praticamente impossível construir um negócio on-line que não tenha um pilar fundamental amparado num serviço da empresa.
O passo seguinte a essa discussão toda é: e nós, podemos fazer o que?
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“Radiojornalismo Hipermidiático”, de autoria de Debora Cristina Lopez, está disponível on-line.
No livro a autora, que é da Universidade Federal de Santa Maria (RS), defende que o rádio “já não é mais um meio de comunicação monomídia, mas utiliza linguagem multimídia, dispositivos multiplataforma e novos formatos para o jornalismo.”
Em sua pesquisa, Débora analisou emissoras dedicadas integralmente ao jornalismo, como CBN e BandNews.
Um passo interessante para que repensemos o verdadeiro impacto da conectividade em todas as mídias.