Estudo da consultoria PwC mostra que Brasil e China capitanearão o crescimento das áreas de mídia e entretenimento nos próximos cinco anos, com uma estimativa respectiva de incremento anual de 11,4% e 11,6%.
Definitivamente, somos o país do futuro.
Estudo da consultoria PwC mostra que Brasil e China capitanearão o crescimento das áreas de mídia e entretenimento nos próximos cinco anos, com uma estimativa respectiva de incremento anual de 11,4% e 11,6%.
Definitivamente, somos o país do futuro.
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Levantamento da eMarketer mostra o potencial da distribuição de notícias via redes sociais: nada menos do que 60% dos links compartilhados nessas plataformas remetem a esse tipo de conteúdo.
É apenas mais uma compilação que aponta para a mesma direção: que a produção jornalística precisa ser fortemente voltada para sites como Facebook e Twitter.
Uma vez me perguntaram porque os jornais competiam entre si para dar mais audiência ao Facebook. Puro desconhecimento: exibiri conteúdo lá tem um retorno, em seu próprio domínio, que muito provavelmente (em alguns casos isso já aconteceu) superará o do Google.
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O Facebook está emergindo como grande drive de audiência (ao mesmo tempo em que o Twitter declina), botões de compartilhamento de conteúdo funcionam mesmo e a quantidade de usuários fiéis (que retornam mais de 10 vezes num único mês) pode variar entre 1% e 18%.
Essas são algumas descobertas de estudo do Pew Research Center, que avaliou os hábitos de navegação dos usuários de 25 sites de notícias nos EUA.
Não serve como tábula rasa (até pelo caráter americanocentrista), mas dá alguma ideia de como as coisas funcionam.
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A Boo-box, que se especilizou em exibir publicidade personalizada em sites, acaba de divulgar um estudo com algumas tendências sobre a audiência de blogs no Brasil.
Para observar com cuidado _além do óbvio interesse comercial, o levantamento admite ter monitorado apenas 15 mil páginas deste tipo publicadas no país, o que é ínfimo perto de seu universo.
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Um levantamento entre os dez principais veículos jornalísticos on-line da Inglaterra transmite uma sensação estranha sobre o Twitter: o maior site de microblog (e a rede social talhada para o compartilhamento de notícias) não representa nem 1% do total de audiência deles.
Assim como o Facebook, o Twitter figura, claro, entre as 25 principais portas da entrada da audiência nas páginas britânicas analisadas, mas sem o protagonismo que a gente imaginava _no Brasil, dados supõem ser bem maior a influência dos sites de redes sociais no tráfego das páginas jornalísticas (em breve trarei aqui um resumo sobre o tema).
O Google (sempre ele) é a primeira fonte de tráfego em boa parte dos veículos britânicos analisados no levantamento. Na média, 45% dos acessos são genuínos, ou seja, partem de gente que vai diretamente aos sites, sem passar por intermediários. Interessante.
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O Newspaper Death Watch chama a atenção para o fato de que três pesquisas quase simultâneas sinalizem claramente mudanças profundas no modus operandi jornalístico tradicional.
Apesar de serem 100% americanas, todas trazem dados que provavelmente, transpostos a um cenário global, corresponderiam à realidade.
A primeira aponta que sete em dez jornalistas estão usando sites de redes sociais para apuração e reportagem, 28% a mais do que aferido no ano passado.
Na mesma linha de mídia alternativa e jornalismo cidadão, outra sondagem descobriu que 90% dos jornalistas consultam blogs para procurar pautas.
A última, no nicho do “sei como se faz linguiça“, indica que 59% dos sites de revistas generalistas dos Estados Unidos estão na categoria “não são editadas e suas informações checadas como se faz na edição impressa” ou simplesmente “não são editadas nem checadas”.
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