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Faap ganha curso de extensão em Jornalismo Gastronômico

A escrita gastronômica é uma arte, mas também uma técnica. É por isso que a partir deste semestre a Faap oferece o curso de extensão em Jornalismo Gastronômico, sob o comando da colega Alessandra Blanco (e minha modesta contribuição).

O curso segue o modelo de seus pares em Jornalismo Político e Comunicação em Dados: é curto, com pouco mais de dois meses de duração entre aulas e outras atividades – que em gastronomia incluem, obviamente, degustações.

No programa, temas como cozinha brasileira e pelo mundo, food design, harmonização, história e cultura das bebidas, tendências e produtos. Uma grade completa que tem, no corpo docente, Helena Rizzo (que pilota o premiado Maní) e Arnaldo Lorençato (crítico da revista Veja), entre outros, além de encontros com Rogério Fasano, Heloisa Bacellar e Carlos Siffert.

Você encontra mais detalhes no manual do candidato, já disponível on-line.

Para informações sobre matrículas, procure a secretaria da instituição por telefone (11 3662-7449) ou e-mail (pos.secretaria@faap.br).

Sem licença aérea, drones são proibidos de voar nos EUA

A autoridade que controla o tráfego aéreo nos EUA proibiu voos de drones que vinham sendo usados por universidades do país.

A rigor, o bode é mínimo, é só pedir: a FAA expede uma autorização federal para o uso de drones – essas novas grandes estrelas do jornalismo.

O retrato triste de uma profissão

O livro “As mudanças no mundo do trabalho do jornalista” (Editora Atlas, 2013), organizado por Roseli Figaro, professora da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP e coordenadora do Centro de Pesquisa em Comunicação e Trabalho (CPCT) da instituição, mostra um jornalismo não sindicalizado, hegemonicamente feminino, com média de idade de 35 anos e, por outro lado, massacrado pela empregabilidade, sem planejar o futuro e sem refletir sobre o próprio trabalho. Um cenário triste e devastador.

Jornalismo: a realidade coletiva

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Não precisa falar muita coisa: Mario Tascón, em seu 233Grados.com, reparou: vejam como, na Espanha, o Google completa a busca “sou jornalista e…”.

Revelador.

Coca-Cola e um mundo melhor

Um dos maiores anunciantes de todos os tempos (leia-se também um financiador do jornalismo ‘independente’), a Coca-Cola tem uma trajetória fabulosa no mundo da publicidade – e na adequação do discurso, que é comunicação, basicamente.

O povo do Brainstorm9 publicou uma linha do tempo legal desses bodes que a marca costumeiramente colocou na sala dos americanos.

O manipulador

Ele desmascarou uma série de repórteres preguiçosos e desatentos, da grande imprensa ao blog de fundo de quintal. Ele é Ryan Holiday, um mentiroso contumaz que escancarou a falta de credibilidade do jornalismo que cai no conto de qualquer um.

Sua história está no livro “Acredite, Estou Mentindo – Confissões de Um Manipulador das Mídias“.

Open Data e jornalismo

Como o movimento global pelo open data está transformando o jornalismo? A Wired faz um ótimo resumo sobre esse tema, destacando, por exemplo, iniciativas como a Infoamazônia, que combina cobertura jornalística profissional e jornalismo cidadão para reportar sobre o estado da floresta.

Ação de marketing ressuscita o Notícias Populares

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Pra quem não viu: uma ação de marketing do lançamento do filme Faroeste Cabloco ressuscitou, ainda que por um dia, o Notícias Populares, o jornal que falava com o povão mas era editado pela elite – vários dos jornalistas de maior protagonismo na publicação eram oriundos da USP, mais especificamente da ECA, a Escola de Comunicações e Artes da principal instituição de ensino superior do país.

O NP (aquele que vertia sangue se fosse amassado) circulou em São Paulo entre 1963 e 2001, quando o Grupo Folha decidiu descontinuar o título.

Até hoje, porém, é cultuado por toda uma geração de jornalistas que teve ali seu primeiro contato com a profissão – vários atualmente têm postos importantes em grandes corporações.

Jamais incensei ou coloquei o NP num pedestal simplesmente por não conceber graduações de sensacionalismo.

Não é porque garotões bem nascidos e criados fizeram do jornal seu parque de diversões de experimentalismos no esgoto da imprensa que, de alguma forma, a publicação mereça um salvo-conduto.

Por sinal, a cobertura do caso da Escola Base, um momento que proporcionou diversão épica para a garotada que brincava de fazer jornalismo e que gostava de se masturbar mentalmente com as manchetes que criava muitas vezes escoradas em gírias cantadas pelos contínuos , foi um passo decisivo para fechar o caixão do jornal. Que descanse em paz.

Projeto reconta as notícias para crianças

Conheci agora e adorei o Projeto Recontando, obra de uma mãe jornalista que, às voltas com a tarefa de explicar o noticiário para seu filho, teve a ideia de traduzir os fatos para torná-los acessíveis aos pequenos (como o vídeo acima, que fala das enchentes em Xerém, no Rio). Hoje, ela percorre escolas com seu trabalho.

Iniciativas como essa (e a do jornal japonês Tokyo Shimbun, mais tecnológica) ajudam a preservar nossos futuros consumidores de notícias.

Ferramentas para storytelling

Uma coleção de ferramentas para storytelling – uma especialidade jornalística que o mundo da comunicação abraçou.